As melhores formas de anúncio para seu imóvel

Há inúmeras maneiras de divulgar seu imóvel. Porém, algumas são mais eficientes que as outras. Fique por dentro do que se deve fazer ou não para anunciar o seu imóvel e vendê-lo o mais rápido possível.

Divulgação via Internet

Sem dúvida nenhuma, hoje em dia a internet é a melhor forma de se divulgar um imóvel. Vivemos em uma era em que tudo o que se deseja vender ou comprar se faz uso dessa ferramenta tão importante. Com os imóveis não é diferente. Em algum momento do negócio, seja no primeiro contato com o corretor ou vendedor particular, seja na pesquisa de mercado disponível ou apenas para se inteirar do valor médio para o tipo de imóvel que se deseja vender ou comprar, ela é utilizada possibilitando uma compra mais consciente.

Anunciar em sites de busca  é uma ótima pedida, pois reúnem milhares de opções. Além de facilitar a busca do comprador. Faça parte de páginas especificas nas redes sociais, tanto por região como a nível nacional, o que aumentará suas chances de fazer uma boa venda.

Anúncio em jornais

Esse tipo de divulgação já teve os seus dias de glória. Hoje não mais, pois, além de caros, são pouco efetivos. Algumas imobiliárias ainda a utilizam para divulgar seus lançamentos e afins. No entanto, para pequenos vendedores, o custo-benefício não compensa.

Placas

As placas atraem compradores que já estão à procura de imóveis na região, além de alertar pessoas que não os procuram, mas, que podem divulgar a um amigo ou parente fomentando assim a propaganda boca a boca, que é muito eficaz. Olhando por esse ângulo, as placas resolvem essa questão. No entanto, por motivo de segurança, priorize divulgar os números de contato de um corretor, caso você tenha esse serviço aliado à sua venda.

Empresas imobiliárias

Alguns proprietários preferem vender seus imóveis por conta própria. Contudo, contratar uma empresa corretora pode evitar problemas de ordem operacional, administrativa, jurídica ou financeira. Mas além de todos esses benefícios, uma corretora sabe onde, como e qual a melhor maneira de anunciar o imóvel, além de já ter uma lista de contatos de potenciais compradores.

Material publicitário impresso

Mesmo não sendo mais tão utilizado, o tradicional material de divulgação impresso tem um baixo custo quando produzido em grande quantidade, além de possibilitar a divulgação em massa. Essa forma de divulgação tanto pode selecionar um público específico, como não, dependerá do local de distribuição.

Além disso, outra vantagem observada é a de que o material impresso é palpável e dá a sensação real do objeto divulgado como a seriedade do negócio.

Plantões de vendas imobiliárias

Uma boa escolha pra quem deseja divulgar seus imóveis é participar de plantões de vendas imobiliárias. Essa alternativa reúne o público especifico e facilita negociações. Mesmo que em um primeiro momento você não realize a venda, divulga sua marca e distribui seu contato. No entanto, esse tipo de divulgação é mais compensador quando os imóveis são de grande porte, por exemplo, um condomínio de apartamentos ou várias casas.

Com certeza uma dessas formas de anúncio vai auxiliar na venda de seu imóvel. Escolha aquela que melhor lhe atenda e aproveite para realizar uma boa venda.

A crise te ajudará na compra de uma casa

Comprar imóveis durante a crise tem se mostrado cada vez mais promissor. No passado não havia tempo para negociações, quando um imóvel era construído ou colocado à venda em questão de dias já estava vendido, ou até mesmo sua venda era realizada antes da construção começar.

Por que o preço está melhor?

A crise diminui o poder de compra da maioria das pessoas. Se há menor poder de compra, as lojas, os mercados e inclusive as imobiliárias têm que baixar os preços e começar a fazer promoções.

A realidade é que para as construtoras o preço de fabricação continua quase o mesmo, não são os materiais ou alguma redução de impostos que estão influenciando nos valores dos imóveis. Como já foi dito anteriormente é apenas uma maneira de sobreviver à crise.

Porém, engana-se quem acredita que será fácil encontrar imóveis bons e baratos facilmente. Não são todas as imobiliárias que possuem este tipo de visão, algumas optam até mesmo por aumentar seus preços não deixando que o cliente perceba ou descubra esse feito.

Vale a pena comprar imóveis durante a crise?

Mesmo que exista certa dificuldade para achar os melhores imóveis, hoje eles estão mais fáceis de encontrar, estão mais baratos, oferecendo uma ótima oportunidade no mercado.

Imóveis sempre foram investimentos de longo prazo e, como todo tipo de investimento, existem muitos riscos. O cenário nacional pode não mudar e o país apenas piorar economicamente. Sim, esta é uma verdade, mas é preciso estar ciente de que um país com as dimensões do Brasil pode vir a se erguer, algo que o país já está acostumado a fazer.

No final, valer a pena comprar um imóvel no cenário atual é uma pergunta bastante pessoal. Você pode ter uma visão positiva do futuro onde o país se ergue, neste cenário comprar um imóvel seria o ideal.

Comprando imóveis durante a crise

Para pessoas que querem se aventurar no mundo das incertezas e desafios: A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades.Marxwell Maltz.

Esta é uma excelente hora de criar uma oportunidade, no momento da compra opte sempre por pesquisas. Mesmo que você já tenha decidido em comprar imóveis, mantenha a calma para encontrar o que tiver um melhor custo-benefício.

Pessoas mais ousadas também podem vender o carro e financiar outro para pagar um imóvel. Não é um negócio ruim quando se tem em mente que os juros imobiliários estão muito mais altos comparados aos do financiamento de automóveis.

Uma dica de ouro na hora da compra é a barganha. Eles querem vender, precisam vender e quase nunca antes você teve a oportunidade de saber disso. Tudo bem que todos nós temos que continuar vendendo para sobreviver, mas nesse período as vendas estão sendo sagradas. Fale do concorrente, apresente propostas com um valor menor que o sugerido para o imóvel e se não conseguir um desconto: existem diversas outras imobiliárias na mesma situação.

5 dicas para escolher o melhor consórcio

Consórcio é o agrupamento de pessoas físicas ou jurídicas que, através de pagamentos mensais, formam uma poupança destinada à aquisição de imóveis, carros, motos, viagens e até mesmo cirurgias plásticas. Estima-se que aproximadamente cinco milhões de brasileiros optaram por esse sistema de compras, tudo porque não sofre a incidência das altas taxas de juros, ao contrário dos financiamentos.

Existem várias maneiras de se adquirir um consórcio. Ele pode ser feito em bancos, seguradoras ou também nas empresas que administram essa modalidade de compras.

Entretanto, antes de fechar negócio, você precisa conhecer onde empregará o seu dinheiro. Listamos cinco dicas para escolher o melhor consórcio:

Pesquise como funciona

O primeiro passo aos interessados em qualquer investimento desse tipo é saber quais os direitos e deveres das partes envolvidas e os riscos envolvidos na transação.

O Banco Central do Brasil, órgão que regulamenta e fiscaliza o sistema de consórcios do país, disponibiliza em seu site todas as informações que você precisa saber sobre o seu funcionamento.

A compra

Conforme dito anteriormente, você pode comprar quotas de consórcio em bancos, seguradoras e nas empresas administradoras, ressaltando que somente as instituições cadastradas pelo Banco Central estão autorizadas a vender o serviço.

Pesquise se existem reclamações nos órgãos e sites destinados aos direitos do consumidor e consulte a relação das instituições cadastradas no site do BC e também da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Quando for assinar o contrato, leia-o com atenção. O documento precisa ter descrições claras sobre prazos e taxas cobradas. Peça ao vendedor os esclarecimentos necessários sobre os seguros que poderão ser exigidos aos integrantes, quais garantias que a instituição oferece aos contemplados, a possibilidade de antecipar as parcelas e como pode ser feito. Enfim, tire todas as suas dúvidas e não assine nada caso elas não sejam sanadas.

Taxa de administração, fundo de reserva e parcelas

Não sofrer as variações impostas pelas taxas de juros não significa que quem adquire um consórcio esteja livre delas. As administradoras cobram uma taxa, que é destinada à administração do grupo dos consorciados. As instituições são livres para determinar o percentual dessa cobrança. Sendo assim, cabe ao interessado pesquisar quem oferece o valor mais barato.

Além disso, alguns planos possuem um fundo de reserva que é usado para a manutenção do consórcio em casos de inadimplência ou desistências. O fundo de reserva varia de acordo com cada instituição e leva em consideração o número de participantes e prazo de pagamento.

As parcelas podem ser lineares. Nesse caso, possuem valores aproximados durante todo o período de vigência, fator que permite ao consorciado ter uma noção de quanto irá pagar até o final do plano. Já nas parcelas decrescentes, o valor diminui de acordo com o tempo de pagamento.

Reajustes

A forma de reajuste, bem como os itens mencionados acima, também deve estar explicita no contrato e merece total atenção do consumidor. Os reajustes são determinados pelo valor do bem, que é estabelecido pelo fabricante.

Antes de adquirir um consórcio, seja ele qual for, é importante que se observe todos esses critérios, de forma que ele seja seguro para seu investimento.

3 formas econômicas de renovar a sua casa

Só existe uma sensação melhor do que estar em casa: é estar em uma casa nova!

Nem sempre se pode comprar uma outra casa na vida, ou às vezes a atual possui um valor emocional muito grande. Então, se você não pode comprar uma casa nova, por que não renovar a que você já tem? Existem muitas maneiras de se fazer isso, sem ser necessário abrir a carteira e tirar tudo de lá. Para isso, você pode utilizar uma ferramenta muito boa: a internet. Ela está repleta de dicas seja em blogs, sites ou vídeos.

Tudo começou com a febre do DIY, do inglês “Do It Yourself”, que em português significa: faça você mesmo. Assim, você pode reaproveitar vários objetos que você tem em casa para fazê-lo, além de ser uma atividade muito divertida, barata, e estar na moda.

Um dos grandes responsáveis pelo ar renovado de um imóvel é a sua decoração. Para isso, você pode reaproveitar objetos pintando, estampando e compondo-os de acordo com o ambiente. Para isso, vamos dar aqui algumas ideias de como exercer a sua criatividade.

Alguns objetos que podem ser reaproveitados

Paletes – esses são famosos e sempre citados quando se fala sobre reaproveitamento. Talvez você não os tenha em seu imóvel mas podem ser obtidos por valores baixos através da internet. É possível usá-los com espuma e tecido para criar bancos. Ainda com eles, você pode criar pisos de madeira, painéis e apoios. Tudo o que você vai precisar é de um pouco de tinta, materiais de construção e alguma habilidade.

Gavetas – Elas podem ser reutilizadas como prateleiras e podem servir para colocar sapatos entre várias outras utilidades.

Sites de decoração

Existem diversos sites que podem ajudar nessa atividade. Alguns deles atuam no mercado convencional mas existem outros que se direcionam para os não profissionais da área. Os vendedores estão cientes de que o consumidor não deseja gastar muito, mas quer obter belos objetos de qualidade em sua casa. Alguns sites que atuam nessa área apenas disponibilizam ideias para que possam ser aproveitadas pelo usuário do site. Eles possuem objetos de todos os tipos, mas os que chamam mais a atenção são os considerados irreverentes e que passam um ar de modernidade.

Entre eles estão:

  • Escadas para serem usadas como apoio para vasos de flores;
  • Almofadas com estampas criativas;
  • Pôsteres;
  • Quadros temáticos;
  • Adesivos;
  • Luminárias com formatos antigos, de personagens ou futuristas.

Pintar

Ao mesmo tempo em que esta pode ser a solução mais simples, é também uma das mais eficazes. Se você deseja reformar a sua casa gastando pouco, pintá-la utilizando cores completamente diferentes pode ser o primeiro passo.

A pintura não só muda a decoração do imóvel mas também esconde manchas nas paredes e sobrepõe a tinta anterior que pode estar velha e desgastada. Hoje em dia existe no mercado um grupo de tintas que é fácil de usar por não exalar odor, não ser tóxico e até ajudar a combater mosquitos sem que nós sejamos prejudicados.

Onde procurar as melhores oportunidades do mercado imobiliário

O investimento em imóveis hoje em dia se tornou uma alternativa escolhida por muitas pessoas por ser um tipo de negócio geralmente seguro e rentável. Além disso, essa é uma opção sempre lembrada por investidores e economistas, confirmando a importância e a menor possibilidade de prejuízos. Mas, onde procurar os melhores negócios?

Uma boa opção para se procurar bons empreendimentos são sites especializados no ramo. Eles funcionam como filtros que facilitam o acesso às suas informações em todo o Brasil. Assim, é possível encontrar informações com riqueza de detalhes além de fotos que, por sua vez, possibilitam uma visão bem significativa dos imóveis que poderão ser adquiridos. Eles possuem vários tipos de ofertas como por exemplo, apartamentos, casas, terrenos ou imóveis comerciais, lançamentos do mercado, acesso a plantas, imagens e estimativa de preços. Portanto, navegar nesses sites é uma boa forma de facilitar sua escolha na hora de investir em um empreendimento.

Atualmente, muitos resolvem anunciar seus imóveis em sites classificados de imóveis como o imoveis.net, devido a grande visibilidade que a internet proporciona. Além disso, existem também aplicativos que auxiliam nessa busca, uma vez que permitem mais amplitude na pesquisa. Existem diferentes tipos, de imobiliárias até buscadores mais genéricos que possibilitarão encontrar milhares de opções de casas, apartamentos e outros tipos de imóveis. Você pode baixá-los gratuitamente no seu celular ou acessar diretamente quando o site for direcionado para navegadores mobile. Assim, as buscas podem ser bem detalhadas, baseadas na localização e em alertas. Você pode buscar por nome de ruas, bairros e cidades. Como se não bastasse, pode ainda guardar o histórico das suas buscas para futuras consultas.

Outros lugares para procurar as melhores oportunidades são em feiras de imóveis (como as realizadas pela Caixa Econômica Federal). Nesses eventos, você terá acesso a uma concentração de ofertas de imóveis com várias vantagens e juros menores do que os oferecidos no mercado normalmente. Muitos empreendimentos são oferecidos e você ainda poderá ter mais facilidade em conseguir um financiamento. A Caixa Econômica realiza este evento em todo o país em datas preestabelecidas com uma organização excelente e muitas opções de variados tipos de imóveis para os mais variados gostos e possibilidade financeiras. As datas e os locais das feiras podem ser conferidos no site do Caixa.

Esses tipos de eventos não são oferecidos somente pelos bancos, eles também podem ser divulgados por associações de imobiliárias e empresas afins que ampliam a visibilidade de suas ofertas.

Para procurar oportunidades, também vale buscar anúncios em classificados de jornais que podem ser adquiridos em bancas diariamente. Nesses classificados, você pode encontrar múltiplas ofertas que muitas vezes não estão disponíveis na internet, fornecendo informações sobre os imóveis e contato com o responsável pela negociação.

Você também pode visitar algumas imobiliárias e encontrar boas opções para a compra de imóveis. A utilização de imobiliárias como intermediárias pode trazer vantagens e desvantagens. As vendas feitas com a intermediação protegem as partes envolvidas de aborrecimentos, principalmente envolvendo a parte financeira. A principal desvantagem é o aumento do custo, que podem ser elevados devido ao pagamento para imobiliária da parte que lhe cabe.

As opções para encontrar as melhores oportunidades no mercado de imóveis são múltiplas onde o acesso às inovações tecnológicas muito tem ajudado. Então, mãos à obra, e comece sua pesquisa escolhendo pela opção que lhe for mais conveniente!

Os 3 fatores que mais afetam o valor de um imóvel

O valor de um imóvel pode variar bastante durante o seu tempo de vida. Seja para mais ou para menos, existem diversos fatores que interferem no seu valor. Se você pensa em vender o seu imóvel ou até mesmo comprar um, é importante prestar atenção em alguns detalhes cruciais.

Listamos a seguir 3 desses fatores que consideramos ser mais importantes:

 

Localização

É muito comum quando se trata de imóveis alguém dizer que o fator mais importante é a localização.

As pessoas hoje em dia não compram mais um imóvel só pelo que ele é, e sim, pela sua localização. Querem comprar o que vem com o imóvel, e isso inclui fácil acesso a escolas, comércios e transporte, ou até mesmo um título social maior.

É importante saber onde o imóvel se encontra para que se possa avaliá-lo de forma correta. Fazendo assim, você pode, inclusive, incluir no valor alguns extras.

Dentro da localização também estão incluídos fatores visuais, como a vista ou se o imóvel fica perto de parques, ruas asfaltadas, se é uma casa perto do mar, etc.

Além disso, é necessário avaliar se o imóvel condiz com a condição padrão da localidade. Às vezes a localização é ótima, mas, o imóvel não.

 

Tamanho e modelo

Casas maiores tendem a valer mais. Porém, é importante pensar em um segundo tipo de valor sem ser o monetário.

Hoje em dia, muitas pessoas preferem comprar casas ou apartamentos pequenos, isso porque a vida se tornou muito agitada e não sobra tempo para cuidar de uma casa grande. Mas, ainda existem muitos que dão preferência a casas grandes, com muitos cômodos para transitar.

Por isso, cada tamanho de casa é direcionado especificamente para um perfil de comprador.

Caso pretenda construir casas para vender ou alugar, tenha em mente o tipo de procura em sua cidade, tanto de tamanho como de modelo.

O modelo da casa também é algo de extrema importância. Como a casa foi projetada e se teve a planta desenhada por um arquiteto. Se isso aconteceu, verifique se o arquiteto possui alguma fama e prestígio no meio profissional. Procure saber detalhes dos responsáveis desde quem projetou até a finalização da construção, pois isso tudo pode impulsionar o valor do imóvel.

 

Reformas

Quanto mais reformada ou intacta aparentemente um imóvel estiver, mais valor ele tem.

Reformar a casa é uma excelente forma de aumentar o seu valor, mesmo que seja somente o ato de pintá-la novamente. Isso irá alavancar o valor do imóvel, pois encobre possíveis falhas em paredes, sinais de velhice, tornando a casa mais moderna ou ligada a um determinado estilo.

Antes de comprar ou vender um imóvel, procure avaliar com mais atenção esses três quesitos: localização, tamanho e estado de conservação.

5 dicas para avaliar a real qualidade de um imóvel

Muitas vezes, seja por falta de senso crítico ou até mesmo por preguiça, quem pretende comprar ou alugar um imóvel não dedica tempo e energia necessários para a realização de uma avaliação rigorosa, julgam o livro pela capa, fecham negócio sem realizar uma visita sequer, baseando-se apenas na beleza da fachada, somente percebendo que caíram em uma propaganda enganosa quando já estão instalados.

Por mais que haja pressa na mudança, o futuro dono precisa ter bom senso e analisar cada canto do imóvel cuidadosamente. Afinal de contas, trata-se de um alto investimento que pode ser para toda a vida. Fatores como idade e instalação elétrica são alguns dos itens que precisam ser muito bem avaliados. Então, se você pensa em adquirir ou locar uma casa ou apartamento, confira algumas dicas que podem ajudar muito na sua decisão:

Idade: é possível que um imóvel antigo apresente problemas estruturais em sua composição. Isso se deve ao fato de que há anos atrás era comum usar barro em vez de argamassa na hora de assentar tijolos, sem contar que também não havia colunas de concreto para sua sustentação. Mesmo que aparentemente o imóvel não apresente nenhum problema estrutural, na maioria dos casos é importante que se faça algum tipo de reforma no local. Portanto, se um imóvel antigo é uma opção de seu interesse, pense bem antes de fazer o seu investimento e não deixe de tomar as medidas necessárias para que não haja nenhum tipo de arrependimento depois da compra.

Instalação elétrica: o ideal é levar um bom eletricista quando você visitar a casa ou apartamento, mas, caso isso não seja possível, a qualidade da instalação elétrica pode ser medida pelos fios. Se eles não estiverem expostos, ponto positivo. Mas, quadro de força com menos de seis disjuntores indica deficiência na capacidade energética do imóvel e que significa que a parte elétrica terá que ser reformulada. Se o seu interesse é continuar mesmo com possíveis problemas elétricos, tenha em mente que você vai ter que colocar a mão no bolso para bancar esses reparos.

Umidade: observe atentamente as paredes a fim de verificar se elas apresentam manchas de umidade, infiltrações ou rachaduras. Dê algumas batidinhas nos azulejos para ter a certeza de que eles estão fixos. No banheiro, um dos locais mais propensos à umidade, teste descargas, torneiras e registros. O mofo, além de ser esteticamente feio, ocasiona alergias e doenças respiratórias.

Visitar o local após chover: quem já morou em uma casa ou apartamento com goteiras sabe como é desagradável ter que encher o imóvel com baldes e bacias para aparar a água da chuva. Por isso a importância de se vistoriar o futuro “lar doce lar” após um dia de chuva. Dessa forma fica fácil identificar a existência de goteiras e solicitar que o dono faça os reparos necessários.

Laudo de inspeção predial: Caso o consumidor estiver interessado em comprar um apartamento, ele deve consultar o laudo de inspeção predial. O documento obrigatório em Santos (SP) e Camboriú (SC) aponta as obras e reformas que precisam ser realizadas no local, bem como seus preços e impacto que o valor dessas interferências terão no condomínio.

Regras para manter seu imóvel regularizado

Para aqueles que compraram ou estão comprando imóveis devem saber que há uma série de regras que tornam regular a situação do mesmo. Se o investimento em imóveis é considerado um tipo de investimento seguro, em parte tem a ver com a segurança jurídica conferida pelas leis destinadas a protegerem a propriedade. O que se quer dizer é que há certo rigor a seguir na hora de comprar um imóvel, diferente da compra e venda de outros tipos de bens.

 

1 – O IMÓVEL PRECISA TER UMA ESCRITURA

A escritura é também conhecida como certidão de matrícula e precisa ser registrada no Registro Geral de Imóveis (RGI). Lá o imóvel receberá um número de matrícula e ficará formalizado o nome do proprietário do imóvel. Isso é realmente importante, pois sem ele, aquele que compra o imóvel sem realizar esses trâmites, fica desprotegido, correndo riscos como o de não ser considerado o proprietário do imóvel. Além disso, sem a escritura devidamente registrada, há uma série de complicações caso queira revender o imóvel, pois ele estará numa situação de imóvel irregular. Evite, portanto, contratos de gaveta, que são imóveis vendidos sem cumprir essas formalidades legais de escritura.

Essa tem sido uma questão sensível do programa “Minha casa, minha vida” a exemplo. Alguns beneficiados pelo programa, ainda em fase de financiamento (que contém regras de que os imóveis podem ser vendidos apenas após a quitação pelos beneficiados, junto à Caixa Econômica), têm vendido os imóveis desrespeitando o programa do governo e de maneira irregular, sem escritura. Isso traz vulnerabilidade a quem adquire, visto que isto torna o imóvel irregular.

 

2 – IMÓVEIS PRECISAM DE HABITE-SE

Essa é uma regra fundamental a ser seguida, e que você deve ficar de olho, no caso de imóveis que estão para ser construídos. Especialmente se você tem pensado em comprar algo na planta, certifique-se que este documento está regular. Todos os imóveis devem respeitar às exigências legais de construção da região onde estão sendo construídos, além de seguirem um projeto para construção (por isso, ideal que passem por um engenheiro civil e arquiteto). Estando em conformidade, a prefeitura emite o “Habite-se”, que é o documento certificando a regularidade daquela construção.

Caso você tenha adquirido um imóvel carente do Habite-se (portanto, irregular) vale a pena buscar regularizá-lo, vez que se você desejar vendê-lo num outro momento poderá ter dificuldades ou mesmo perder a oportunidade da negociação.

 

3 – IMÓVEIS PRECISAM TER OS IMPOSTOS PAGOS REGULARMENTE

Vale ficar sempre muito atento a esta questão na hora de comprar um imóvel! Sempre verifique se há dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano, antes de comprar um imóvel! Por que isso? As dívidas provenientes de impostos sobre imóveis acompanham o proprietário!

Desse modo, se você se torna proprietário de um imóvel irregular, no sentido de possuir dívidas fiscais, sem saber, as dívidas passam a ser suas, e você terá que pagá-las. Essa situação pode se tornar crítica, levando-o a necessidade de mover uma ação judicial contra o proprietário anterior para tentar reverter o quadro.

Portanto, seja precavido. Você pode conhecer a situação fiscal do imóvel que deseja adquirir, antes de comprá-lo, solicitando uma certidão ao vendedor do imóvel. Vale ressaltar que os imóveis que possuem dívidas de IPTU não pagas, podem sofrer penhora judicial.

Alugar ou vender? Vantagens e desvantagens de cada opção

Quando se tem um imóvel disponível, fica uma dúvida frequente: vender ou alugar? Quais vantagens e desvantagens para cada opção? Está na hora de pesar os prós e contras e ver qual delas é a melhor para você.

Alugar um imóvel

Vantagens

A maior vantagem de se alugar um imóvel é a valorização do mesmo, pois ao contrário dos bens móveis que perdem valor ao longo do tempo, os imóveis se valorizam.

Porém, ao alugar um imóvel você permanecerá com a responsabilidade de mantê-lo em bom estado. Essa manutenção é importante para que ele não se deteriore. É normal que apareçam sempre alguns reparos a fazer. Por isso, fique atento para que ele possa estar sempre bem apresentável.

É importante lembrar-se de incluir esses gastos na definição do valor do aluguel, assim como os impostos e taxas administrativas. No entanto, em alguns casos existe um acordo entre locador e locatário para definir algumas responsabilidades extras, apesar de a maioria ser do proprietário. Ah, uma coisa importante: procure não fugir do valor da média dos imóveis do bairro e compare o estado de conservação com os demais para que você não fique no prejuízo na hora de repará-lo.

Outra vantagem é a renda fixa mensal que esse tipo de negócio proporciona.

Desvantagens

Fique atento também às desvantagens dessa opção, como, por exemplo, a inadimplência. Ao mesmo tempo em que é bom ter uma renda certa, ela deixa de ser certa por conta dos atrasos que podem ocorrer do pagamento. Por isso, é bom sempre que possível deixar um dinheirinho na reserva para esse tipo de contratempo.

Outra desvantagem é a de que em tempos de crise, como por exemplo, a que o Brasil está passando no momento, o ramo imobiliário tenha uma grande queda, os imóveis tenham seus preços desvalorizados, tanto para a venda como para aluguel e ao invés de gerarem renda, podem gerar despesas, como, por exemplo, o IPTU e taxa de condomínio.

Vender um imóvel

Vantagens

A maior vantagem de se vender um imóvel é a liquidez do dinheiro, pois ela se torna uma oportunidade de renda ao passo que se permanece com o valor bruto guardado.

Desvantagens

Para quem não tem controle financeiro essa opção poderá piorar a situação. Saber fazer o investimento na hora e local certo vai definir se o dinheiro da venda acarretará ou não lucro para o proprietário. Por isso, procure investimentos de baixo risco.

Atualmente, o Brasil vive uma crise econômica que está afetando vários setores no mercado. Alguns deles estão sendo atingidos de forma mais profunda que outros, mas lembre-se, crises vão embora na mesma velocidade que chegam, devemos aprender sobre elas e aproveitar as oportunidades.  Após ponderar as vantagens e desvantagens de cada opção, o proprietário precisa verificar a necessidade e urgência do dinheiro para decidir o que é melhor.

 

Documentos necessários para vender o seu imóvel

Documentos imóveis

Nos dias de hoje, a venda de um imóvel se tornou uma tarefa não muito fácil. São vários os problemas a serem enfrentados, um deles é a questão dos documentos e taxas. Para orientar o comprador corretamente, é de suma importância que o proprietário ou corretor saiba quais os documentos necessários na hora da negociação. No entanto, se o comprador tiver conhecimento de tudo o que precisa apresentar antes mesmo de escolher com quem fará o negócio, facilitará bastante para os dois lados.

Documentos necessários de acordo com o estado civil

Caso o vendedor seja solteiro, é necessário que este apresente a Certidão de Nascimento para comprovar que não há nenhum tipo de laço contratual com nenhuma outra pessoa.

Se o vendedor tiver menos do que 21 anos, este deverá apresentar uma cópia da escritura de emancipação registrada.

Mesmo em vendas onde o proprietário não contrata nenhum tipo de empresa para articular o processo, é necessário que, se for uma pessoa casada ou que tenha uma união estável comprove que seu cônjuge ou companheiro (a) esteja ciente do mesmo. No entanto, caso este seja um bem dos dois em conjunto, ambos devem apresentar suas documentações. Caso ocorra alguma briga pelo imóvel mesmo este estando em nome de apenas um deles, só há real interferência se houver litígio. Nesse caso, ambos os companheiros são considerados donos do imóvel.

Para quem está separado, é necessário que apresente um termo de audiência para comprovar a separação. Se já for divorciado, é preciso apresentar a cópia da Certidão de Casamento com averbação.

CPF, RG, comprovante de residência, estado civil

Documentos que comprovam a autenticidade do vendedor.

Certidões negativas

É importante retirá-las para comprovar que os vendedores e seus cônjuges não estão sendo processados, não estão em dívida com a lei, não possuem dívidas tributárias ou trabalhistas. Para isso, as seguintes certidões negativas devem ser emitidas:

  • De ações cíveis e criminais (podem ser retiradas no site da Justiça Federal);
  • Protestos (em cartórios);
  • Ações trabalhistas (no site do Tribunal Superior do Trabalho);
  • Execuções fiscais estadual e municipal (sites das respectivas secretarias de fazenda);
  • Interdição, curatela e tutela (cartórios de registro civil das pessoas naturais e de interdições e tutela);

Certidão de situação fiscal / IPTU

Podendo ser obtida no site da cidade ou na prefeitura, o documento comprova que o imóvel possui ou não dívidas municipais.

Matrícula

Podendo ser solicitado no cartório de registro de imóveis, deve ser solicitada com uma certidão de ônus reais, esta que provará se o imóvel no momento está sendo ou não afetado por uma ação.

Declaração de inexistência de débitos condominiais

Obtido com o síndico do condomínio caso o imóvel faça parte de um. Como as dívidas do condomínio irão ser cobradas ao novo dono, esta declaração provará que não há nenhuma dívida do vendedor a ser paga.

Informações variáveis

Alguns documentos e certidões possuem tempo de utilidade média de 30 dias. Dependendo do estado onde será realizada a venda, documentos diferentes podem ser exigidos. Cabe então ao corretor deter informações precisas sobre os documentos necessários em seu estado.

Para vender o imóvel também deve ser pago o imposto sobre a venda do mesmo, ITBI (Imposto sobre a transmissão de Bens Imóveis), assim como para realizar uma venda, deve-se estar livre de litígios, dívidas e processos. Se o vendedor não residir no imóvel a vender, este deve fornecer todas as certidões de seu atual domicilio e da localidade do imóvel a ser vendido.

Ideias para repaginar os móveis usados na casa nova

Repaginando os moveis antigos

A aquisição de uma casa nova pode te deixar sem dinheiro para investir na sua decoração ou na compra de novos móveis. E isso leva o comprador ao desânimo, fazendo com que ele deixe de aproveitar o novo espaço.

Porém a customização de móveis pode ser a saída, nestes casos. Sabe aquela estante antiga ou a poltrona rasgada que você não quer mais? Não jogue fora. Estes móveis podem ser muito úteis na nova casa.

Reaproveitar objetos descascados, velhos ou arranhados, é uma ótima opção para quem não tem muita grana para redecorar a casa. Isso dá um pouco mais de personalidade e sofisticação a sua decoração.

Estofado

Se você tem um sofá, poltrona ou cadeira bem degastados ou que perderam o valor, você pode apenas trocar o estofado para mudá-los. Adicionando novas cores, estampas personalizadas ou colocando uma cobertura onde não tem, recriando os seus móveis. E o melhor gastando muito pouco por isso.

Pintura

As cômodas e estantes de madeira ficam totalmente diferentes com apenas uma pintura. Com uma lixa, pincéis, primer, tinta da sua preferência e verniz, você reforma o seu próprio móvel.

O bom disso tudo é que você pode aproveitar os detalhes do seu móvel antigo para exaltá-lo. Misturando diferentes cores, você transforma seu objeto velho em algo totalmente moderno.

móveis antigos

Papel contact

Quer algo mais barato do que papel contact? Você pode comprar rolos da sua preferência ou até o metragem que precisa, e partir para a customização. Como ele já tem uma superfície de cola, é super fácil de usar, bastar encapar os móveis.

O bom deste material é que ele pode ser usado em madeira, vidro, metal, etc. Ou seja, é bem diversificado. Só fique atento para que não dê nenhuma bolha de ar na superfície.

Tecido

Uma maneira bem econômica e fácil de reformar os móveis é usar tecido. Você pode reaproveitar algum retalho que possui em casa ou comprar o que mais te agrada com relação ao modelo ou estampa. Esta é uma maneira bem divertida de mudar o visual do seu móvel antigo.

Moldes

Os moldes ou estêncil podem ser usados para deixar um criado-mudo, uma escrivaninha ou até uma estante do seu jeito. Esta técnica é baseada na pintura do móvel a partir de um molde preestabelecido. Podendo fazer corações, flores, estrelas, animais, o que quiser e deixar marcado no seu objeto.

Spray

Pequenos detalhes podem ser cruciais para mudar o visual de um móvel e os sprays são ótimos para este tipo de acabamento. Seja uma alavanca, uma maçaneta ou um desenho. Todos eles podem ser diferenciados com apenas a aplicação de um spray metálico.

Reaproveite portas e janelas

As portas e janelas da casa antiga não precisam, necessariamente, ir para o lixo. Elas podem ser transformadas em porta trecos na cozinha, em plataforma para mesinhas de centro ou cortadas em tiras para abrigar um jardim suspenso.

Qual a melhor forma de se investir em um imóvel hoje em dia?

Investimento casa

Está sendo amplamente divulgado na imprensa que a economia no Brasil está em crise, uma vez que as taxas de juros aumentaram muito, bem como a inflação subiu absurdamente. Será que ainda assim vale a pena investir em um imóvel?

Na primeira década do século XXI, bons ventos favoreciam as vendas rápidas em virtude dos financiamentos facilitados e a elevada valorização de todos os tipos de empreendimentos. Hoje, os ventos são outros e já não são tão benevolentes assim. Um sinal de alerta foi soado com o cenário da estagnação econômica e a dúvida que paira no ar é se o mercado de imóveis continua viável e atraente o bastante como nos tempos de outrora. Não se pode negar que um investimento em um imóvel pode acionar uma média ou grande movimentação financeira. Por isso, ele não deve estar sujeito a erros, sobretudo em tempos de crise.

Alguns economistas e investidores acreditam que o mercado imobiliário passa por uma fase de reacomodação. Entretanto, a boa noticia é que a compra de imóveis continua sim sendo o melhor investimento entre todos os outros, devido à sua principal característica: patrimônio sólido, consistente. Contudo, a mudança que ocorreu foi uma restrição sobre os tipos de imóveis que devem ser adquiridos. Agora já não é qualquer imóvel que será passível de investimento, mas aquele que é desejado sob qualquer circunstância, porque tem boa localização e é bem projetado. É esse tipo de imóvel que sempre vai atrair investidores.

Para que um imóvel seja atraente para um investimento ele deve possuir diferenciais modernizadores com sistemas que possibilitem armazenamento de água de chuvas, reaproveitamento de águas utilizadas no ambiente doméstico e sistemas que priorizem a economia de energia elétrica. Essa nova demanda surgiu devido ao clima de incertezas quanto ao suprimento de água e energia elétrica, recursos indispensáveis para as vidas do seres humanos contemporâneos.

A sofisticação é outro ponto que valoriza um empreendimento imobiliário. Se ele leva a assinatura de um decorador ou um arquiteto renomado, sua valorização cresce de maneira exponencial.

Por fim, temos a questão da mobilidade. O empreendimento deve estar em áreas em que a mobilidade seja facilitada. Em seu entorno, o oferecimento de diferentes meios de transporte como metrôs, ônibus e outros, ciclovias e boas vias de trânsito fará com que o imóvel seja bem avaliado e possibilite que mais investidores sejam atraídos por ele. Além disso, em um moderno empreendimento imobiliário, a existência de bicicletários e garagens amplas bem organizadas e com mais de uma vaga por morador também valorizam e muito o imóvel.

As características acima citadas fazem com que o empreendimento permaneça por mais tempo valorizado e que o investimento inicial seja multiplicado, além de confirmar que os investimentos nesse ramo são negócios que mesmo em tempos de crise não devem ser desprezados. Pelo contrário: devem ser estimulados, devido seu caráter sólido no mercado.

Grafite: uma decoração diferente

ID00#4_GRAFITE UMA DECORAÇÃO DIFERENTE

O grafite é uma obra de arte que atualmente está saindo das ruas e indo diretamente para a casa das pessoas. Ele reflete o interior do proprietário do lar, expresso através de cores e desenhos. Este tipo de decoração deixa a casa mais personalizada e original, com a cara do dono.

Além de ser algo criativo, o grafite dá vida a qualquer lugar. Uma parede branca e vazia de uma casa pode ser decorada com um grafite.

O ideal para se decorar a casa com o grafite é possuir móveis clean. Mas o que seria isso?

Móveis clean são aqueles que possuem cores neutras para que justamente possam combinar com toda e qualquer decoração, assim as cores dos móveis nunca entrarão em conflito com o grafite ou qualquer outro meio decorativo.

 

▪ Grafite em tela

Se você mora em casa de aluguel ou tem receio em grafitar uma parede da sua casa, você pode optar por grafites em telas.

Os grafites em tela são os mais comuns de serem vistos no designe de interiores, pois ele pode ser removido e colocado a qualquer momento.

Com o grafite em tela, a arte perde um pouco de suas raízes, mas não deixa de ser uma obra de arte.

 

▪ Grafite em superfícies como cortinas

As cortinas e lençóis de cores claras também podem ser grafitadas. Este trabalho também é removível, pode ser utilizado em qualquer ocasião que você quiser.

Esse tipo de grafite geralmente é feito pelo próprio dono da casa, se você quer se expressar esse é um ótimo meio de decoração. Mas você pode contratar algum profissional para fazer isso também.

 

▪ Grafite em áreas externas

O grafite em áreas externas é mais comum de ser visto; é comum passarmos em alguma rua e vermos uma parede grafitada.

Trazendo isso para a decoração de casas, o grafite em áreas externas pode ser feito em varandas, jardins, garagens, muros e qualquer outro meio externo ao qual você queira aplicar esta obra de arte.

 

▪ Grafite em tetos

Se você quiser ousar um pouco mais na sua decoração de interior, você pode grafitar o seu teto.

O teto é um lugar de destaque na casa, pois está acima de nós, e às vezes, mesmo sem querer acabamos dando aquela olhadinha para cima.

Esse tipo de decoração é muito bonita e com certeza dará um tom diferente na sua casa.

 

▪ Quanto custa?

O valor do grafite varia muito de região para região e de profissional para profissional. Geralmente o valor cobrado é de 350 a 500 reais por m².

Se você quiser economizar um pouquinho de dinheiro, você pode utilizar a sua imaginação e fazer o seu próprio grafite, basta estudar um pouco os materiais utilizados e as técnicas de pintura.

O ideal (se for você o grafiteiro iniciante) é começar aplicando os grafites em telas menores e depois ir se adaptando às maiores, até chegar ao nível que dê para fazer uma aplicação em tela ou parede na decoração da sua casa sem que se torne uma poluição visual.

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Como usar o FGTS na compra de um imóvel

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) existe com o propósito de amparar os empregados demitidos sem justo causa. É uma garantia aos empregados que possuem vínculo de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (a CLT), isto é, com o trabalho formalizado mediante um contrato pautado nela. Desse modo, mensalmente é descontado do salário do empregado um valor correspondente a 8%. Quem gerencia os recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.

Mas, vale dizer, que é possível utilizar os recursos do fundo de garantia! Ou seja, é possível ter acesso ao montante acumulado do FGTS para a compra de um imóvel, e isso independente do empregado ter sido ou não demitido. Para isso, no entanto, há uma série de regulamentos estabelecidos pela Caixa Econômica, passíveis de observação que devem ser destacadas, para uma melhor decisão antes desse passo.

  • Primeiramente, é necessário pontuar que não é possível recorrer ao FGTS a qualquer momento. Para ter acesso ao valor acumulado do fundo, o empregado deve ter pelo menos três anos de contribuição. Esses anos podem ser ou não contados de maneira interrompida.
  • Além disso, o imóvel a ser adquirido pelo empregado tem que estar localizado na cidade onde este trabalha. Como há casos, não raros, de pessoas que vivem distante do local de trabalho, se estas desejarem adquirir um imóvel próximo, estas deverão apresentar comprovação de que residem neste local há no mínimo um ano.
  • Aqueles que já possuem um imóvel, em seu nome, na cidade onde estão empregados, não terão acesso ao FGTS para a compra na mesma região.
  • O FGTS pode ser usado para imóvel adquirido em nome do companheiro ou cônjuge, mediante comprovação. Contudo, o FGTS não pode ser usado para compra de imóvel em nome de outras pessoas (familiares e outros).
  • Apenas aqueles que possuem 40% do valor completo do imóvel que se quer adquirir podem realizar o saque para finalidade da compra. No caso do detentor do fundo possuir mais que 40% do valor do imóvel que se pretende adquirir, será possível utilizar apenas o valor correspondente ao que falta.
  • É possível utilizar o FGTS para construir uma residência. O detentor do fundo não pode ser dono de imóvel. No caso da construção em seu terreno, ele deve comprovar que seu lote ainda não está edificado, mediante apresentação do comprovante de IPTU.
  • O FGTS pode ser utilizado também por aqueles empregados participantes de consórcios, que tenham sido contemplados com a Carta de Crédito.
  • Não poderá ser utilizado no caso em que o vendedor do imóvel que se pretende adquirir também tenha utilizado o FGTS para adquiri-lo (há no mínimo três anos).
  • O valor de proposta definido pelo vendedor deve estar de acordo com o valor avaliado pela equipe técnica da Caixa Econômica Federal. Desse modo, se o valor estipulado pelo vendedor for superior, o interessado em utilizar o fundo não conseguirá autorização.
  • Em geral, o tempo que se leva para realizar o saque do FGTS está vinculado ao tempo que o interessado levará para reunir todos os documentos e comprovantes exigidos pela Caixa Econômica. Deste modo, obtendo a aprovação, há uma estimativa de 10 dias para que o montante seja colocado à disposição do detentor do fundo.

A varanda pode influenciar na venda de uma casa?

 VARANDA PODE INFLUENCIAR NA VENDA DE UMA CASA

O mercado de imóveis sofre mudanças relacionadas à região, estado ou país. Além disso, respeita um padrão que varia de locais mais frios aos mais quentes. Um exemplo disso são os imóveis vendidos no norte e nordeste brasileiros, o ar-condicionado é um pré-requisito imposto a eles.

Este tipo de configuração residencial é o que motiva o cliente a escolher uma casa à outra. Sejam mais vagas na garagem, uma área de churrasco e até a varanda. Casas com varanda são muito mais procuradas, principalmente, por representarem o cartão de visita da casa.

A importância das varandas em um imóvel

Os novos modelos e projetos de edificações têm dado muita atenção ao espaço com varandas, trazendo até outras configurações a sua aparência (como a varanda gourmet). Este cômodo tem-se tornado algo cada vez mais frequente em casas brasileiras. E em cada lugar elas são planejadas para se incorporar à residência.

Em regiões praianas, a varanda é mais ampla, espaçosa e aberta. Geralmente, as áreas são sustentadas por móveis rústicos e que casem bem com a vista. Em regiões que são mais frias, elas são construídas como uma espécie de solário de inverno. E assim por diante, cada região ganha a sua área customizada.

A necessidade de uma varanda vai além da sua estética, uma vez que elas ganharam funções importantes em uma residência. Este tipo de espaço, hoje, é usado para descanso, festas familiares, almoços e encontros com os amigos. Sem falar que ela conecta os demais cômodos da casa com a parte externa.

Como a varanda influencia na venda imóvel?

Como o espaço de uma varanda tem ficado cada vez mais necessário e sofisticado, elas são peça chave no momento de venda de um imóvel. E os preços também são mais valorizados. Ou seja, a varanda é imprescindível para manter o mercado imobiliário dinâmico.

Enquanto que para alguns compradores a garagem ou a suíte têm mais importância, para outros o lugar que dispõe de uma varanda é muito mais valorizado. Além disso, apresentar uma residência com este espaço a um possível comprador é um convencimento a mais.

Como é aproveitado o espaço da varanda?

A varanda pode assumir diversas funções. Com um projeto bem acertado, pode ser transformado em jardim, espaço gourmet ou até em Spas. E essa multi funcionalidade que tem dado a ela grande importância que tem hoje. Antes, as cozinhas eram o ponto mais valorizado da casa.

Nelas reuníamos a família, os amigos, fazíamos as festas e reuniões, porém atualmente, tudo foi direcionado para a varanda. Pois dela fazemos uma área de relaxamento, uma extensão da cozinha, da sala e até um espaço para os animais de estimação.

Então, empreendimentos imobiliários visionários são aqueles completos, que dão conta de fornecer casas com piscinas, suítes, área de churrasco, garagem e, principalmente, varandas.

E os imóveis que mais tem ganhado a concorrência são aqueles que já vêm bem estruturados, com pisos ou decks instalados, colunas de sustentação trabalhadas e um espaço com potencial de decoração amplo.

Como comprar imóveis na planta

IMÓVEIS NA PLANTA, COMO FUNCIONA

A compra de um imóvel na planta costuma gerar muitas dúvidas, tanto pela forma de funcionamento deste tipo de negócio (mesmo que seguro em muitos casos), como a própria lógica por trás da negociação. Afinal, fechar uma transação imobiliária quando o imóvel ainda não está construído, significa comprar uma expectativa, uma vez que o que está sendo comprado algo que ainda não existe!

Portanto, algumas questões são corriqueiras como “será que realizarão com segurança a construção do imóvel comprado?”; “será que a construtora realmente entregará as unidades dentro do prazo contratado?”; “a construtora é íntegra?”, “haverá alguma cobrança extra durante a construção do imóvel?”. Ou seja, quem opta por comprar o imóvel sempre precisa filtrar informações para a melhor escolha.

Primeiramente, importante esclarecer que é necessário tomar muito cuidado, pois assim como existem muitas construtoras idôneas que cumprem com o contrato, há outras empresas que, infelizmente, possuem diversos mecanismos para ludibriar o consumidor. Imprescindível checar antes de tudo se a construtora que edificará o empreendimento é confiável, por meio do histórico de vendas apresentado. Sempre vale a pena pesquisar! Sites como o do PROCON, disponibilizam espaço para este tipo de busca.

É necessário estar atento a possíveis armadilhas criadas por algumas empresas que podem prejudicar o consumidor. Como por exemplo:

  • Valores muito baixos de parcelas: muito provável que o valor aumente durante a construção do empreendimento. Portanto, àquelas propagandas atraentes que valorizam um valor baixíssimo de parcelas, pode levar o consumidor ignorar que, recorrentemente, as parcelas aumentam e o imóvel pode chegar a ficar até 20% mais caro em relação ao valor inicial em decorrência das correções cabíveis. As parcelas sempre sofrem aumento de correção pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), que é o índice utilizado para construção civil. Por isso, o planejamento é fundamental para não ficar sem recursos quando houver reajustes.
  • A documentação do imóvel que está sendo comprado pode possuir irregularidades. Sempre busque saber se houve o registro devido da incorporação no RGI (Registro Geral de Imóveis). Lá é possível ter informações essenciais sobre o empreendimento a ser adquirido, como o valor, os materiais, a metragem.
  • Problemas com a prefeitura. Muitas construtoras não divulgam durante a venda dos imóveis. Desse modo, é possível que a prefeitura tenha planos de desapropriação na região por onde o empreendimento será construído, o que pode trazer muitos transtornos!
  • Obscuridade contratual referente às parcelas intermediárias, juros e taxas e cobranças indevidas. É importante manter atenção sobre algumas taxas, comumente repassadas ao consumidor, como: a) taxas de corretagem, que deveriam ser pagas pelas construtoras e não pelo comprador do imóvel; b) taxas de serviço de assessoria técnica imobiliária (não faz sentido, pois se o advogado indicado para analisar a documentação da negociação pertence à empresa, por que cobrar do comprador se o advogado estará analisando uma documentação da própria empresa?); c) taxa de interveniência, cobrada dos compradores que desejam realizar financiamento com banco distinto daquele com quem a construtora tomou o financiamento para realização da obra, pois isso estaria violando a possibilidade de escolha do comprador; etc.
  • Sempre tenha em mente a possibilidade de atraso, e fique atento ao que a construtora estabelece sobre isso no contrato, para que os direitos sobre atrasos abusivos sejam resguardados, e passíveis de indenizações, no caso de prejuízos.

Como organizar sua garagem na casa nova

Garagem organizadaMudar de casa e conseguir arrumar toda aquela bagunça que já existia na casa antiga não é fácil. Qual é a pessoa que quer ver algum cômodo da sua casa totalmente bagunçado? Nenhuma não é verdade. Sem falar que a falta de organização, tira a paciência de todo mundo.

A saída que muitos encontram para evitar essa bagunça dentro de casa é jogar toda aquela quinquilharia na garagem. Mas, mesmo assim, de forma desorganizada e ainda por cima na casa nova não dá!

Pensando nisso, resolvemos passar algumas dicas de arrumação de garagem para que o ambiente fique mais bem visto e muito mais organizado.

Categorizar

Em primeiro lugar, é muito mais interessante você separar os objetos que quer guardar e os que você não deseja mais. Feito isso, você pode guardar as coisas na garagem de sua casa nova por categoria – equipamentos esportivos, gramado e jardim, acessórios de carro.

Tudo isso para deixar o ambiente mais organizado e fácil de encontrar as coisas que você precisa.

Garagem aberta sem portão

Essa dica é para aquelas casas que a garagem é aberta, ou seja, sem portão. Nesse caso, o mais indicado (e bonito) é deixar o ambiente mais clean, sem bagunça. Fazer um jardim vertical vai deixar o ambiente mais harmonioso e aconchegante também.

Afinal, ninguém merece chegar em sua casa nova e ver aquele monte de coisas na garagem não é?

Use prateleiras

Você sabia que uma garagem tem mais espaço nas paredes do que no chão? Isso é uma grande verdade.

Pensando nisso, o melhor a se fazer é usar prateleiras para organizar a sua bagunça. O ideal é colocar nela itens que são pouco utilizados como material de acampamento, decoração, lâmpadas de Natal.

Ganchos

Insira alguns ganchos bem colocados no teto para poder pendurar alguns itens como bicicletas e escadas, por exemplo.

Você também pode colocar ganchos nas prateleiras para pendurar itens como os de jardinagem e corda.

Prateleiras embutidas

Esse tipo de prateleira é ótimo para guardar latas de tinta, garrafas de spray, suprimentos automotivos, caixas e até mesmo os sacos (sejam eles de qual tipo for).

Sistema de gavetas

Sabe aqueles itens pequenos que você tem? O local mais indicado para guardá-los e não correr o risco de perder é em um sistema de gavetas.

Garagem organizada - caixas

Caixas organizadoras

Organize suas caixas organizadoras colocando nelas coisas parecidas como ferramentas, por exemplo, e que, com apenas uma etiqueta você vai conseguir encontrar o que procura sem precisar fazer bagunça.

Estruturas expostas

Essas estruturas oferecem mais espaço as prateleiras. Nelas você pode guardar objetos pequenos. Mas lembre-se, se forem muito pequenos prefira guardá-los no sistema de gavetas, pois fica muito mais organizado.

Mesa com suporte

Ter uma mesa com suporte pode ser muito útil em alguns momentos. O interessante dessa mesa é que, quando ela não estiver sendo utilizada você pode guardá-la na parede obtendo, dessa forma, mais espaço na sua garagem.

Como funciona um consórcio imobiliário?

COMO FUNCIONA UM CONSÓRCIO

Recentemente os consórcios tem se mostrado como uma opção recorrente para aqueles que desejam atingir o tão sonhado objetivo de adquirir seu próprio imóvel e deixar os aluguéis.

Isso tem ocorrido, especialmente, porque o mercado imobiliário está em alta, isto é, os valores dos imóveis em venda sofreram um aumento expressivo. A consequência disso? Com valores tão altos muitas pessoas não conseguem arcar com o valor total dos imóveis, buscando alternativas que facilitem a compra. Por isso a opção pelos consórcios.

O que faz com que os consórcios se tornem mais atraentes? Como eles funcionam?

Para compreender o conceito de consórcio é fácil. Basta pensar que é conjunto que pode ser constituído tanto por pessoas físicas como jurídicas, com o propósito de contribuírem para um auto financiamento, isto é, como se estivessem contribuindo para formação de uma espécie de poupança. Ou seja, pense que cada uma dessas pessoas representa uma cota, que será paga regularmente (e sem juros).

Mensalmente é realizada uma reunião de assembleia deste grupo para realização de um sorteio, em que os consorciados participam. O ganhador do sorteio recebe uma carta crédito, que poderá ser usada para custear uma parte do valor que ele não conseguiria fora do consórcio. Esse grupo sempre é gerido por uma administradora de confiança (isto é, regular e autorizada pelo Banco Central), que será a responsável por lidar com as principais atividades comerciais e financeiras do consórcio.

Além dos sorteios realizados com a finalidade de contemplar um dos cotistas, há outra possibilidade de conseguir a carta crédito, que é o oferecimento de lances pelos participantes do consórcio com o propósito de obtê-la. O cotista que oferece o melhor lance, ganha.

Prós e Contras: alguns pontos de importante análise na hora da decisão.

Entre os aspectos positivos a serem levados em consideração é que os consórcios são um modo menos complexo de os consumidores conseguirem o valor para atingirem a possibilidade de barganha (quando conseguem a carta crédito). Isso tem representado menos burocracias, pois muitas pessoas deixam de envolver-se com os complexos empréstimos para cumprirem esta finalidade. Em alguns consórcios, por exemplo, não são exigidos comprovação de renda nem avais, como garantia.

Outra vantagem ainda, é que suas parcelas, mesmo acrescidas de taxas, não possuem o mesmo peso que os juros dos financiamentos, por exemplo! Nos financiamentos muitas vezes são exigidos pagamentos de parcelas intermediárias, que exorbitam a capacidade de pagamento de muitas pessoas. O consórcio, ao contrário, não possui esse tipo de parcelas, tornando a adesão bem mais acessível.

Contudo, importante ponderar uma importante questão. O consórcio pode levar muitos anos para que o grupo termine, podendo levar até 15 anos, e por isso não é o mais aconselhável para quem está esperando por uma solução rápida. É importante ter em mente que o consórcio não é algo imediato. Isto é, pode levar bastante tempo até a obtenção da carta crédito, já que ela está condicionada as hipóteses (a) do sorteio; (b) do maior lance; ou (c) do encerramento do grupo.

Vaso de barro é uma boa opção?

A decoração de uma casa é muito importante, pois com ela o dono fala de si, como se sente internamente e os sentimentos que carrega.

Atualmente existem diversas formas de se decorar uma casa, uma delas é com os vasos de barro.

Vasos de barro são bonitos, atraentes e trazem uma sensação de aconchego para o lar, pois o barro vem diretamente da terra, e a terra representa a natureza e a natureza para alguns representa a paz.

Possuem uma versatilidade incrível, pois sua tonalidade em que é produzido nos permite combiná-los com diversos ambientes, de cores várias.

Existem vasos de barro de inúmeros tipos e tamanhos. Há aqueles vasos com tons mais rústicos e discretos. Geralmente, estes vasos são utilizados como vaso de arranjo de flores.

Há os vasos de barro também bastante decorados, estes possuem design moderno e atraente com cores geralmente fortes, sendo muito utilizados para decorações internas e de grande efeito visual.

Vasos de barro, com sua simplicidade e facilidade na hora de decorar, são verdadeiramente capazes de agitar o visual do lar.

Decorando áreas internas

A decoração da área interna com os vasos de barro pode ser feita de diversas formas, isso irá depender do tamanho dos vasos que você possui para a decoração.

Os vasos para decoração de área interna geralmente são mais chamativos, cores mais marcantes e vivas.

Você pode colocar vasos pequenos sobre estantes e mesas de centro, o vaso irá dar um destaque e valorização no móvel.

Se os vasos forem maiores, você pode optar por colocá-los nos cantos da casa que você quer dar um destaque. Sabe aquele cantinho vazio que você não sabe com o que decorar? Então! Que tal decorar com um vaso de barro? O efeito na decoração será instantâneo.

Decorando áreas externas

A decoração externa com vasos de barro é muito bem-vinda. Ao contrário do que alguns pensam, não é brega se decorar o jardim ou a varanda com estes lindos vasos.

Os vasos para decoração externa geralmente possuem cores mais neutras, rústicas. Deixando o lugar com a cara um pouco mais de liberdade.

É comum vermos muitas casas com vasos de barro portando algum tipo de planta. São verdadeiramente uma boa opção.

Os vasos de barro são boas opções para pessoas que gostam do rústico e antigo. São vasos que não são caros, por vir de uma matéria prima abundante na terra e possuem uma beleza fantástica.

É comum vermos casas e estabelecimentos comerciais com este tipo de vaso, pois além de não serem cortantes, caso haja algum acidente, eles combinam perfeitamente com qualquer paisagem. Os vasos de barro possuem fácil manutenção e um bom custo beneficio.

Se você quiser, você pode comprar um vaso de barro puro e depois decorá-lo conforme seu gosto e as cores que você quer combinar no lugar. Além de incrível será uma decoração única.

Como valorizar seu imóvel antes de vender

Como Valorizar seu Imóvel Antes de Vender

A valorização no imóvel, na hora de vender, não fará mal a ninguém. Algumas medidas são capazes de melhorar o valor do seu imóvel em até vinte por cento. São dicas simples, que na verdade primam pela qualidade da futura casa de outra pessoa. Não só a questão visual, mas também a infraestrutura devem corresponder às expectativas dos seus possíveis compradores.

Antes de tudo, deixar a casa organizada no momento das visitações para a venda é primordial. Para se realizar um bom negócio, também são necessárias reformas, como substituição de telhas ou vidros danificados, por exemplo. O ideal é que, durante a visitação, não haja mais nenhum desse tipo de problema com o imóvel. Pra completar, uma decoração agradável poderá valorizar o ambiente.

A seguir, 8 dicas para valorizar seu imóvel na hora da venda:

  1. Home staging – originada nos Estados Unidos, a prática de home staging é a contratação de um profissional, geralmente um designer ou arquiteto, que agregará valor ao seu imóvel a partir de uma nova decoração. O objetivo é melhorar o visual do imóvel para agradar possíveis compradores. Essa técnica vem comprovadamente melhorando os valores de vendas de imóveis.
  2. Manutenção em dia – quaisquer problemas em seu imóvel, como defeitos no piso ou nas partes de alvenaria, vazamentos, problemas elétricos e hidráulicos vão certamente causar desencanto imediato por parte do possível comprador. Por isso, a manutenção deve ser constante e preventiva, a fim de evitar esse tipo de transtorno.
  3. Pintura em cores neutras e decoração – como não é possível adivinhar o gosto do freguês antes de conhecê-lo, e como também a pretensão é apresentar o imóvel para várias pessoas até o fechamento de um negócio, optar por cores claras e neutras não vai agredir a olhos mais sensíveis. Além disso, não manter no imóvel qualquer elemento decorativo que possam causar repulsa para alguns possíveis compradores é importante, como artefatos religiosos ou similares.
  4. Fachada sempre bem cuidada – a área externa é a primeira impressão, e essa é a que fica! Então, manter uma fachada limpa e agradável é dever do vendedor, sobe pena de o visitante já não gostar de cara do imóvel só por conta de uma primeira má impressão.
  5. Limpeza e organização – dispensa muitos comentários. Um comprador sentirá muito mais segurança em um imóvel limpo e organizado.
  6. Jardim e quintal limpos – imagine uma casa limpíssima, mas que ao olhar pela janela o quintal está puro mato… Não há valorização possível para uma aparência metade bonita e metade desleixada.
  7. Documentação e contas em dia – organize a papelada e tenha tudo à mão. Vai que gostam tanto do imóvel que a negociação é imediata? Antes de divulgar a venda do seu imóvel, tenha tudo correto sobre a documentação do imóvel.
  8. Área externa – piscina, churrasqueira e afins. Deverão ter o mesmo cuidado do quintal, pois não adianta anunciar que há uma área externa atrativa e chegar na hora da visita ser só um buraco no meio do quintal.

Além das questões básicas, você deverá sempre primar pela transparência. Afinal, a compra e venda de um imóvel é uma negociação. Seja claro com o possível comprador, sempre.

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