Como usar o FGTS na compra de um imóvel

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) existe com o propósito de amparar os empregados demitidos sem justo causa. É uma garantia aos empregados que possuem vínculo de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (a CLT), isto é, com o trabalho formalizado mediante um contrato pautado nela. Desse modo, mensalmente é descontado do salário do empregado um valor correspondente a 8%. Quem gerencia os recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.

Mas, vale dizer, que é possível utilizar os recursos do fundo de garantia! Ou seja, é possível ter acesso ao montante acumulado do FGTS para a compra de um imóvel, e isso independente do empregado ter sido ou não demitido. Para isso, no entanto, há uma série de regulamentos estabelecidos pela Caixa Econômica, passíveis de observação que devem ser destacadas, para uma melhor decisão antes desse passo.

  • Primeiramente, é necessário pontuar que não é possível recorrer ao FGTS a qualquer momento. Para ter acesso ao valor acumulado do fundo, o empregado deve ter pelo menos três anos de contribuição. Esses anos podem ser ou não contados de maneira interrompida.
  • Além disso, o imóvel a ser adquirido pelo empregado tem que estar localizado na cidade onde este trabalha. Como há casos, não raros, de pessoas que vivem distante do local de trabalho, se estas desejarem adquirir um imóvel próximo, estas deverão apresentar comprovação de que residem neste local há no mínimo um ano.
  • Aqueles que já possuem um imóvel, em seu nome, na cidade onde estão empregados, não terão acesso ao FGTS para a compra na mesma região.
  • O FGTS pode ser usado para imóvel adquirido em nome do companheiro ou cônjuge, mediante comprovação. Contudo, o FGTS não pode ser usado para compra de imóvel em nome de outras pessoas (familiares e outros).
  • Apenas aqueles que possuem 40% do valor completo do imóvel que se quer adquirir podem realizar o saque para finalidade da compra. No caso do detentor do fundo possuir mais que 40% do valor do imóvel que se pretende adquirir, será possível utilizar apenas o valor correspondente ao que falta.
  • É possível utilizar o FGTS para construir uma residência. O detentor do fundo não pode ser dono de imóvel. No caso da construção em seu terreno, ele deve comprovar que seu lote ainda não está edificado, mediante apresentação do comprovante de IPTU.
  • O FGTS pode ser utilizado também por aqueles empregados participantes de consórcios, que tenham sido contemplados com a Carta de Crédito.
  • Não poderá ser utilizado no caso em que o vendedor do imóvel que se pretende adquirir também tenha utilizado o FGTS para adquiri-lo (há no mínimo três anos).
  • O valor de proposta definido pelo vendedor deve estar de acordo com o valor avaliado pela equipe técnica da Caixa Econômica Federal. Desse modo, se o valor estipulado pelo vendedor for superior, o interessado em utilizar o fundo não conseguirá autorização.
  • Em geral, o tempo que se leva para realizar o saque do FGTS está vinculado ao tempo que o interessado levará para reunir todos os documentos e comprovantes exigidos pela Caixa Econômica. Deste modo, obtendo a aprovação, há uma estimativa de 10 dias para que o montante seja colocado à disposição do detentor do fundo.

Como comprar imóveis na planta

IMÓVEIS NA PLANTA, COMO FUNCIONA

A compra de um imóvel na planta costuma gerar muitas dúvidas, tanto pela forma de funcionamento deste tipo de negócio (mesmo que seguro em muitos casos), como a própria lógica por trás da negociação. Afinal, fechar uma transação imobiliária quando o imóvel ainda não está construído, significa comprar uma expectativa, uma vez que o que está sendo comprado algo que ainda não existe!

Portanto, algumas questões são corriqueiras como “será que realizarão com segurança a construção do imóvel comprado?”; “será que a construtora realmente entregará as unidades dentro do prazo contratado?”; “a construtora é íntegra?”, “haverá alguma cobrança extra durante a construção do imóvel?”. Ou seja, quem opta por comprar o imóvel sempre precisa filtrar informações para a melhor escolha.

Primeiramente, importante esclarecer que é necessário tomar muito cuidado, pois assim como existem muitas construtoras idôneas que cumprem com o contrato, há outras empresas que, infelizmente, possuem diversos mecanismos para ludibriar o consumidor. Imprescindível checar antes de tudo se a construtora que edificará o empreendimento é confiável, por meio do histórico de vendas apresentado. Sempre vale a pena pesquisar! Sites como o do PROCON, disponibilizam espaço para este tipo de busca.

É necessário estar atento a possíveis armadilhas criadas por algumas empresas que podem prejudicar o consumidor. Como por exemplo:

  • Valores muito baixos de parcelas: muito provável que o valor aumente durante a construção do empreendimento. Portanto, àquelas propagandas atraentes que valorizam um valor baixíssimo de parcelas, pode levar o consumidor ignorar que, recorrentemente, as parcelas aumentam e o imóvel pode chegar a ficar até 20% mais caro em relação ao valor inicial em decorrência das correções cabíveis. As parcelas sempre sofrem aumento de correção pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), que é o índice utilizado para construção civil. Por isso, o planejamento é fundamental para não ficar sem recursos quando houver reajustes.
  • A documentação do imóvel que está sendo comprado pode possuir irregularidades. Sempre busque saber se houve o registro devido da incorporação no RGI (Registro Geral de Imóveis). Lá é possível ter informações essenciais sobre o empreendimento a ser adquirido, como o valor, os materiais, a metragem.
  • Problemas com a prefeitura. Muitas construtoras não divulgam durante a venda dos imóveis. Desse modo, é possível que a prefeitura tenha planos de desapropriação na região por onde o empreendimento será construído, o que pode trazer muitos transtornos!
  • Obscuridade contratual referente às parcelas intermediárias, juros e taxas e cobranças indevidas. É importante manter atenção sobre algumas taxas, comumente repassadas ao consumidor, como: a) taxas de corretagem, que deveriam ser pagas pelas construtoras e não pelo comprador do imóvel; b) taxas de serviço de assessoria técnica imobiliária (não faz sentido, pois se o advogado indicado para analisar a documentação da negociação pertence à empresa, por que cobrar do comprador se o advogado estará analisando uma documentação da própria empresa?); c) taxa de interveniência, cobrada dos compradores que desejam realizar financiamento com banco distinto daquele com quem a construtora tomou o financiamento para realização da obra, pois isso estaria violando a possibilidade de escolha do comprador; etc.
  • Sempre tenha em mente a possibilidade de atraso, e fique atento ao que a construtora estabelece sobre isso no contrato, para que os direitos sobre atrasos abusivos sejam resguardados, e passíveis de indenizações, no caso de prejuízos.

Como funciona um consórcio imobiliário?

COMO FUNCIONA UM CONSÓRCIO

Recentemente os consórcios tem se mostrado como uma opção recorrente para aqueles que desejam atingir o tão sonhado objetivo de adquirir seu próprio imóvel e deixar os aluguéis.

Isso tem ocorrido, especialmente, porque o mercado imobiliário está em alta, isto é, os valores dos imóveis em venda sofreram um aumento expressivo. A consequência disso? Com valores tão altos muitas pessoas não conseguem arcar com o valor total dos imóveis, buscando alternativas que facilitem a compra. Por isso a opção pelos consórcios.

O que faz com que os consórcios se tornem mais atraentes? Como eles funcionam?

Para compreender o conceito de consórcio é fácil. Basta pensar que é conjunto que pode ser constituído tanto por pessoas físicas como jurídicas, com o propósito de contribuírem para um auto financiamento, isto é, como se estivessem contribuindo para formação de uma espécie de poupança. Ou seja, pense que cada uma dessas pessoas representa uma cota, que será paga regularmente (e sem juros).

Mensalmente é realizada uma reunião de assembleia deste grupo para realização de um sorteio, em que os consorciados participam. O ganhador do sorteio recebe uma carta crédito, que poderá ser usada para custear uma parte do valor que ele não conseguiria fora do consórcio. Esse grupo sempre é gerido por uma administradora de confiança (isto é, regular e autorizada pelo Banco Central), que será a responsável por lidar com as principais atividades comerciais e financeiras do consórcio.

Além dos sorteios realizados com a finalidade de contemplar um dos cotistas, há outra possibilidade de conseguir a carta crédito, que é o oferecimento de lances pelos participantes do consórcio com o propósito de obtê-la. O cotista que oferece o melhor lance, ganha.

Prós e Contras: alguns pontos de importante análise na hora da decisão.

Entre os aspectos positivos a serem levados em consideração é que os consórcios são um modo menos complexo de os consumidores conseguirem o valor para atingirem a possibilidade de barganha (quando conseguem a carta crédito). Isso tem representado menos burocracias, pois muitas pessoas deixam de envolver-se com os complexos empréstimos para cumprirem esta finalidade. Em alguns consórcios, por exemplo, não são exigidos comprovação de renda nem avais, como garantia.

Outra vantagem ainda, é que suas parcelas, mesmo acrescidas de taxas, não possuem o mesmo peso que os juros dos financiamentos, por exemplo! Nos financiamentos muitas vezes são exigidos pagamentos de parcelas intermediárias, que exorbitam a capacidade de pagamento de muitas pessoas. O consórcio, ao contrário, não possui esse tipo de parcelas, tornando a adesão bem mais acessível.

Contudo, importante ponderar uma importante questão. O consórcio pode levar muitos anos para que o grupo termine, podendo levar até 15 anos, e por isso não é o mais aconselhável para quem está esperando por uma solução rápida. É importante ter em mente que o consórcio não é algo imediato. Isto é, pode levar bastante tempo até a obtenção da carta crédito, já que ela está condicionada as hipóteses (a) do sorteio; (b) do maior lance; ou (c) do encerramento do grupo.

Tipos de financiamento imobiliário

Tipos de Financiamento Imobiliário casa

Financiar significa fazer um empréstimo em uma instituição financeira para pagar algum bem. No caso, financiamento imobiliário é a transação que se faz com o banco com a finalidade de compra de um imóvel.

Por conta de a maioria da população não possuir capital para comprar uma casa própria à vista, a forma mais comumente utilizada é o pagamento por meio de financiamento em parcelas fixas, mediante uma entrada que geralmente é paga ao corretor.

Algumas questões surgem ao pensar em empreender esse tipo de negócio. Comprador e vendedor devem estar inteirados sobre os trâmites e detalhes de todo o processo. Apesar de aparentemente simples, algumas variáveis devem ser levadas em consideração, principalmente no que diz respeito aos quesitos necessários à aprovação de seu crédito.

Outro fator relevante é ao se optar por um imóvel novo, usado, em construção ou na planta. Isso influencia diretamente no valor necessário ao financiamento, uma vez que para imóveis usados geralmente o banco cobre de 60% a 80% do valor, e para o financiamento de imóveis novos, na planta ou em construção a financeira pode ceder em financiamento até 90% do valor.

Os juros ofertados por cada financeira é o mais importante e crucial. É isso que determina o que varia de banco para banco. Por isso, pesquisa prévia é imprescindível. Além de consultar um especialista, um corretor imobiliário.

Uma boa opção no Brasil é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Esse recurso é disponibilizado pelo Governo Federal, que pretende facilitar a aquisição da casa própria por meio da administração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). Por mais que atualmente esse item não esteja muito bem cotado por conta dos altos juros, ainda continua sendo muitas vezes a única opção para muitos conseguiram o tão sonhado imóvel.

Tipos de Financiamento Imobiliário contas cálculos imóveis

Além desse tipo, existe o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI): essa modalidade de financiamento foi desenvolvida pelo Governo Federal para dar conta de possíveis carências do SFH (Sistema Financeiro de Habitação). No SFI, não há valor máximo de avaliação do imóvel; o valor de concessão de financiamento varia de 80% a 90%; não há limite de renda comprometida; o recurso é proveniente do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE); a compra pode ser feita exclusivamente por pessoa física ou jurídica; o prazo de quitação da dívida deve ser de até 35 anos (420 meses), dependendo do agente financeiro escolhido; a taxa de juros é variável.

Já o Crédito imobiliário para servidor público é uma iniciativa governamental que visa à facilidade do servidor ativo ou inativo. Servidores podem conseguir, por meio de financiamento junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil, juros mais baixos e maior prazo para amortização. Também é possível estar ligado a sistemas estaduais, quando se é servidor de alguma unidade federativa.

Um detalhe dos mais difíceis é avaliar o imóvel e definir o valor base para o financiamento. Isso demanda muito trabalho do corretor. Ele deverá, entre outras coisas, também verificar se a parcela do financiamento caberá no bolso do comprador e determinar o sucesso da transação para o vendedor do imóvel.

Documentos necessários para seu financiamento

Documentos casa própria negócios

Estima-se que na última década o mercado imobiliário tenha crescido de forma assombrosa. Contudo, essa tendência mudou por conta do aumento dos juros do financiamento imobiliário de 9,2% para 11% ao ano, feito pela Caixa Econômica, segundo dados anunciados da revista Exame. Com essa forma de crédito encarecendo, os cuidados na hora de optar por esse tipo de financiamento devem ser redobrados.

Ainda que haja alguns problemas, como o atraso na entrega do imóvel ou a reprovação do financiamento imobiliário na financeira, essa opção é muitas vezes a única viável. Por isso, antes de qualquer assinatura de contrato, preste atenção aos detalhes, principalmente no que diz respeito ao que deverá ser quitado futuramente e à documentação necessária, a fim de evitar o distrato do financiamento.

Porém, ao abordar esse assunto sobre a documentação para o financiamento, ainda existe muita falta de informação por parte de pessoas que se interessam em comprar por meio desse benefício, o que causa uma certa sensação de intangibilidade, principalmente para as classes menos favorecidas e com pouco acesso à informação.

Basicamente,  não existe nenhum bicho de sete cabeças. Desde que o comprador procure uma orientação adequada de um profissional especializado, que, nesse caso, não é simplesmente quem vende, ou seja, quem faz a transação de corretagem, mas também quem conheça do assunto documentação para não haver nenhum respaldo de dúvida. Comprar um imóvel financiado exige alguns pré-requisitos ditos básicos para que não haja nenhuma dúvida na negociação.

Vendedores conclusão empreendedores

É importante salientar que ambas as partes envolvidas, comprador e vendedor, não possuam restrição nos serviços de proteção ao Crédito (SPC e SERASA). Com relação às documentações necessárias, basicamente são:

1 – Por parte do comprador:

RG; CPF; comprovante de residência; em caso de trabalho formal, os três últimos holerites e mais imposto de renda completo, não podendo ser apenas o espelho; caso seja casado(a) legalmente, o cônjuge entra obrigatoriamente na composição da renda, sendo necessário os mesmos documentos da esposa ou do marido. Em caso de trabalhadores com renda autônoma, profissionais liberais, empresários, que em sua maioria não possuem holerite, é necessário os seis últimos meses de movimentação bancária além do imposto de renda. Caso seja pessoa jurídica, acrescenta-se o contrato social e, em alguns casos, declaração de Pró-labore.

2 –Por parte do vendedor:

A parte do vendedor é um pouco mais complexa. Além de todos os documentos que citamos para o comprador, também é preciso avaliar a documentação do imóvel a ser vendido. Como se trata de um financiamento via alienação fiduciária, ou seja, quando o bem é a própria garantia, os agentes financiadores exigem que o imóvel esteja com toda a documentação em dia. Isso inclui:

 

RGI – Registro geral do imóvel. Este é um documento que atesta a existência do imóvel frente aos órgãos públicos competentes. Além disso, indica a metragem total do terreno em que se localiza o imóvel. Lembrando, porém, que, para financiamento é necessário ter no RGI não só a metragem do terreno como também da área construída.

Planta baixa – Desenho técnico das dimensões da área construída.

Por se tratar de alienação, como outrora fora citado, é importante dizer que todo imóvel financiado passa por uma análise técnica chamada engenharia. Um profissional especializado se certifica de que o imóvel está em perfeitas condições para a hipoteca. Em suma, para aqueles que desejam realizar o sonho da casa própria ou até mesmo dar continuidade como investimento, fica a orientação: procurar profissionais especializados que possam lhe dar informações e não somente lhe oferecer grandes “vantagens” na hora do fechamento do negócio. Afinal, para um investimento tão precioso e sério faz-se necessário que cada cláusula do contrato seja minuciosamente lida em detalhes, se possível com orientação jurídica. Fazendo assim, evitam-se muitos problemas posteriores.

Como investir num imóvel comercial

3 DE 15_IMÓVEIS comerciais comerciais investimento

Ao abordar o assunto imóvel comercial, considerando a possibilidade de investimento, diferente do residencial, abre-se um leque de possibilidades que, quando encaradas de forma correta, trazem grandes benefícios.

Porém, não há como negar que algumas dúvidas insistem em rondar a mente principalmente dos iniciantes no negócio. Entre as quais, podemos citar como sendo as mais clássicas: localização, valorização ao longo do tempo, comprar pronto ou na planta, entre outros.

Uma grande verdade é que imóveis comerciais são absolutamente rentáveis e, quando se há investimento da maneira correta, não traz arrependimento.

Visando responder essas questões e outras, há algumas considerações que devem ser levadas em conta:

O mercado atual passou a acreditar numa nova modalidade de comercial: o mix mall. Uma forma de aliar num mesmo espaço geográfico o residencial e o comercial. O cliente vê a possibilidade de comprar seu apartamento pra morar e junto comprar uma sala comercial no mesmo prédio. Grande oportunidade para profissionais liberais que, mercadologicamente falando, são investidores de nível básico moderado. Em se tratando de imóvel na planta, a facilidade e flexibilidade de pagamento são os grandes atrativos, considerando o tempo necessário para que fique pronto. Porém para este empreendimento é importante frisar que se deve:

1– Observar a construtora e seu histórico geral. Saber de onde vem, quanto tempo de mercado possui. A lei garante um máximo de seis meses de atraso de obra. Após esse prazo, o consumidor pode recorrer juridicamente, inclusive com ressarcimento ou isenção de possíveis correções de índice nacional (tipo INCC e IGPM). Mesmo assim, em muitos casos é algo que traz grande constrangimento.

3 DE 15_ imóveis à venda na planta

2– Para aqueles investidores mais agressivos, o imóvel na planta dentro do cenário atual também é algo muito bom. Porém, para esses, principalmente considerando que esse tipo de cliente não compra financiado, a dica é adquirir no dia do lançamento com preço inicial e bons percentuais de desconto. Mesmo que não se pense em continuar com mais de uma unidade adquirida. Próximo à entrega do imóvel, existe a chance de se vender já com valor corrigido e recuperar, dependendo, ou até quase dobrar o valor investido inicialmente.

Porém, não se pode esquecer que a compra de imóveis prontos, ou “avulsos” como são chamados, é uma ótima opção pelo fato de ser um produto de liquidez imediata. Sem contar que, geralmente, são mais baratos por se tratarem de produtos de segunda locação, ou seja, produto que já pertenceram a outra pessoa. E em se tratando de investimento, atendem também aos dois perfis de cliente investidor: tanto o moderado, que compra uma sala que lhe sirva de escritório, consultório, sala comercial; quanto o investidor, que irá usufruir do bem para aluguel e comprará mais de uma unidade para isso.

Portanto, ao observarmos as vantagens de cada modelo de investimento, fica a indagação: Qual o melhor segmento para investir?

Pode-se afirmar que os dois. A diferença entre um e outro está na necessidade que o investidor tem e a rapidez com que ele quer ter retorno em seu investimento. Se ele não tiver pressa, e sua decisão for apenas mais uma e não outros investimentos que tem, vale a pena comprar na planta. Por outro lado, se houver capital pra investir e desejar ter retorno mais rápido ainda, dependendo do que fizer seja um pouco menor, o avulso é sempre uma perfeita opção.

Está mais do que nítido que o investimento no setor se tornou uma excelente proposta de negócio. Mais até mesmo do que algumas mais tradicionais, como ações, bolsa de valores, câmbio e outros. Sem contar que o risco é muito menor. E todos esses itens englobados vêm fazendo com que o mercado se torne ao longo do tempo cada vez mais competitivo. E, para o investidor, isso lhe dá um leque muito maior de opções cuja diferença pesará apenas no pacote de vantagens em relação a este ou aquele produto.

Como evitar fraudes em financiamentos

Segurança na hora de comprar um imóvel

Ainda que se acredite que, com todo acesso à informação do mundo atual seja pouco provável, o mundo econômico e comercial não está livre de fraudes. Mesmo com a tecnologia usada a favor, através de sistemas de segurança, senhas, biometria e outros, muitas vezes o ato de burlar o sistema vem de dentro, de quem, por uma lógica, deveria zelar por essa segurança.

A grande questão é: que tipo de vantagem está sendo obtida e quantos se beneficiam desses tipos de transações?

Contudo, não há como negar que muitas vezes as fraudes estão inseridas em vários segmentos, por meio de transações de contratos, não só imobiliários. E que a falta de informação é, em sua grande maioria, o principal motivo em que cada dia mais e mais pessoas sejam prejudicadas com isso.

É possível se precaver desse tipo de delito? Sim. No caso, basta ter o mínimo possível de ciência dos seus direitos como consumidor e nunca contratar um serviço sem antes se cercar de todos os trâmites que compõem a negociação. Em uma transação imobiliária toda ajuda e assessoria, principalmente as da área jurídica, são imprescindíveis.

IMÓVEIS - Trabalho ser emocional expert gênio

O comprador não precisa ser nenhum expert em documentação nem em transações de financiamento. Mas, ele tem o direito e o dever de ler cada cláusula que compõe o contrato. Os itens como parcela contratada, prazo de financiamento, taxa de juros devem ser observados atentamente. E, caso tenha alguma dúvida, sempre poderá recorrer a um profissional orientador.

Podemos citar, como exemplo, uma descoberta feita pela polícia federal em março do ano de 2015, referente a uma fraude no sistema de financiamentos da Caixa Econômica. Estima-se que o prejuízo girou em torno de mais de 500 milhões em contratos. Basicamente, o esquema era formado a partir da abertura de empresas fictícias em nome de parentes de funcionários da Caixa Econômica Federal. Essas empresas, por sua vez, eram contratadas pelo banco como correspondentes do setor imobiliário. E, embora fossem contratadas por pessoas físicas normalmente, usavam o nome das empresas como intermediadoras, gerando assim comissões indevidas.

O que mais chamou a atenção da polícia é que esses agentes montavam mini escritórios dentro das próprias dependências da Caixa Econômica e que os mesmos tinham acesso às senhas até então restritas aos funcionários do banco.

A Polícia Federal descobriu que, em uma das agências, todos os contratos estavam com algum tipo de fraude. Os envolvidos podem responder por crime de gestão fraudulenta, estelionato, peculato, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, inserção de dados falsos e sonegação.

Basicamente, de uma forma geral, não há muito o que explicitar e concluir sobre fraude. Até porque se sabe que é algo que não há interesse em ser combatido e que sempre existirá no mundo das grandes transações. Ao consumidor cabe apenas a cautela de se estudar previamente cada transação que irá realizar.

Para tanto, deverá estar sempre atento a cláusulas contratuais, documentações apresentadas e, sempre, consultar profissionais especializados e gabaritados, a fim de que receba as orientações devidas para não ter surpresas em suas transações e negócios.

Crédito imobiliário

O crédito imobiliário é provavelmente um dos créditos mais pedidos em todo o mundo, principalmente porque é este tipo de crédito que vai ajudar na aquisição da casa própria, sendo um dos investimentos mais altos de toda a vida. Em termos práticos, este é um crédito que vai acompanhar a vida de quem o requer durante longos anos, por isso é importante que a sua escolha seja feita com muito cuidado, tendo sempre atenção a todas as condições do mesmo, pois estará ligado à mesma entidade financeira durante imensos anos.

Quando estiver fazendo a escolha do melhor crédito imobiliário para a aquisição da sua casa própria, a coisa mais importante a ter em atenção é a taxa de juros que estará sujeito. Será esta taxa que vai influenciar o valor final do crédito, já que quanto mais alta ela estiver, mais juros a pessoa terá que pagar e isso vai elevar o valor final a pagar à entidade financeira. Além disso, é importante estudar muito bem qual o melhor prazo de pagamento possível, já que um prazo muito longo vai influenciar a taxa de juro, e fará ainda com que a ligação com a entidade seja muito demorada. Continuar lendo…

Financiamento Imobiliário no Brasil

O financiamento imobiliário é um dos mais procurados em todo o Brasil, principalmente para os jovens que estão iniciando sua vida adulta e procuram a melhor solução possível para a aquisição do seu próprio imóvel, visando construir a sua vida, a sua família, com tudo o que têm direito. No entanto, existem tantas instituições financeiras disponibilizando este tipo de produto que é necessário ter alguns cuidados para não cometer erros.

Antes de recorrer ao financiamento imobiliário é necessário que encontre um imóvel ao seu gosto, tendo todos os cuidados necessários para adquirir a melhor solução para você, para a sua família e que cumpra todas as suas necessidades atuais, de preferência deverá também pensar no futuro próximo, evitando assim mudanças nos próximos anos. Continuar lendo…

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