As melhores formas de anúncio para seu imóvel

Há inúmeras maneiras de divulgar seu imóvel. Porém, algumas são mais eficientes que as outras. Fique por dentro do que se deve fazer ou não para anunciar o seu imóvel e vendê-lo o mais rápido possível.

Divulgação via Internet

Sem dúvida nenhuma, hoje em dia a internet é a melhor forma de se divulgar um imóvel. Vivemos em uma era em que tudo o que se deseja vender ou comprar se faz uso dessa ferramenta tão importante. Com os imóveis não é diferente. Em algum momento do negócio, seja no primeiro contato com o corretor ou vendedor particular, seja na pesquisa de mercado disponível ou apenas para se inteirar do valor médio para o tipo de imóvel que se deseja vender ou comprar, ela é utilizada possibilitando uma compra mais consciente.

Anunciar em sites de busca  é uma ótima pedida, pois reúnem milhares de opções. Além de facilitar a busca do comprador. Faça parte de páginas especificas nas redes sociais, tanto por região como a nível nacional, o que aumentará suas chances de fazer uma boa venda.

Anúncio em jornais

Esse tipo de divulgação já teve os seus dias de glória. Hoje não mais, pois, além de caros, são pouco efetivos. Algumas imobiliárias ainda a utilizam para divulgar seus lançamentos e afins. No entanto, para pequenos vendedores, o custo-benefício não compensa.

Placas

As placas atraem compradores que já estão à procura de imóveis na região, além de alertar pessoas que não os procuram, mas, que podem divulgar a um amigo ou parente fomentando assim a propaganda boca a boca, que é muito eficaz. Olhando por esse ângulo, as placas resolvem essa questão. No entanto, por motivo de segurança, priorize divulgar os números de contato de um corretor, caso você tenha esse serviço aliado à sua venda.

Empresas imobiliárias

Alguns proprietários preferem vender seus imóveis por conta própria. Contudo, contratar uma empresa corretora pode evitar problemas de ordem operacional, administrativa, jurídica ou financeira. Mas além de todos esses benefícios, uma corretora sabe onde, como e qual a melhor maneira de anunciar o imóvel, além de já ter uma lista de contatos de potenciais compradores.

Material publicitário impresso

Mesmo não sendo mais tão utilizado, o tradicional material de divulgação impresso tem um baixo custo quando produzido em grande quantidade, além de possibilitar a divulgação em massa. Essa forma de divulgação tanto pode selecionar um público específico, como não, dependerá do local de distribuição.

Além disso, outra vantagem observada é a de que o material impresso é palpável e dá a sensação real do objeto divulgado como a seriedade do negócio.

Plantões de vendas imobiliárias

Uma boa escolha pra quem deseja divulgar seus imóveis é participar de plantões de vendas imobiliárias. Essa alternativa reúne o público especifico e facilita negociações. Mesmo que em um primeiro momento você não realize a venda, divulga sua marca e distribui seu contato. No entanto, esse tipo de divulgação é mais compensador quando os imóveis são de grande porte, por exemplo, um condomínio de apartamentos ou várias casas.

Com certeza uma dessas formas de anúncio vai auxiliar na venda de seu imóvel. Escolha aquela que melhor lhe atenda e aproveite para realizar uma boa venda.

A crise te ajudará na compra de uma casa

Comprar imóveis durante a crise tem se mostrado cada vez mais promissor. No passado não havia tempo para negociações, quando um imóvel era construído ou colocado à venda em questão de dias já estava vendido, ou até mesmo sua venda era realizada antes da construção começar.

Por que o preço está melhor?

A crise diminui o poder de compra da maioria das pessoas. Se há menor poder de compra, as lojas, os mercados e inclusive as imobiliárias têm que baixar os preços e começar a fazer promoções.

A realidade é que para as construtoras o preço de fabricação continua quase o mesmo, não são os materiais ou alguma redução de impostos que estão influenciando nos valores dos imóveis. Como já foi dito anteriormente é apenas uma maneira de sobreviver à crise.

Porém, engana-se quem acredita que será fácil encontrar imóveis bons e baratos facilmente. Não são todas as imobiliárias que possuem este tipo de visão, algumas optam até mesmo por aumentar seus preços não deixando que o cliente perceba ou descubra esse feito.

Vale a pena comprar imóveis durante a crise?

Mesmo que exista certa dificuldade para achar os melhores imóveis, hoje eles estão mais fáceis de encontrar, estão mais baratos, oferecendo uma ótima oportunidade no mercado.

Imóveis sempre foram investimentos de longo prazo e, como todo tipo de investimento, existem muitos riscos. O cenário nacional pode não mudar e o país apenas piorar economicamente. Sim, esta é uma verdade, mas é preciso estar ciente de que um país com as dimensões do Brasil pode vir a se erguer, algo que o país já está acostumado a fazer.

No final, valer a pena comprar um imóvel no cenário atual é uma pergunta bastante pessoal. Você pode ter uma visão positiva do futuro onde o país se ergue, neste cenário comprar um imóvel seria o ideal.

Comprando imóveis durante a crise

Para pessoas que querem se aventurar no mundo das incertezas e desafios: A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades.Marxwell Maltz.

Esta é uma excelente hora de criar uma oportunidade, no momento da compra opte sempre por pesquisas. Mesmo que você já tenha decidido em comprar imóveis, mantenha a calma para encontrar o que tiver um melhor custo-benefício.

Pessoas mais ousadas também podem vender o carro e financiar outro para pagar um imóvel. Não é um negócio ruim quando se tem em mente que os juros imobiliários estão muito mais altos comparados aos do financiamento de automóveis.

Uma dica de ouro na hora da compra é a barganha. Eles querem vender, precisam vender e quase nunca antes você teve a oportunidade de saber disso. Tudo bem que todos nós temos que continuar vendendo para sobreviver, mas nesse período as vendas estão sendo sagradas. Fale do concorrente, apresente propostas com um valor menor que o sugerido para o imóvel e se não conseguir um desconto: existem diversas outras imobiliárias na mesma situação.

5 dicas para escolher o melhor consórcio

Consórcio é o agrupamento de pessoas físicas ou jurídicas que, através de pagamentos mensais, formam uma poupança destinada à aquisição de imóveis, carros, motos, viagens e até mesmo cirurgias plásticas. Estima-se que aproximadamente cinco milhões de brasileiros optaram por esse sistema de compras, tudo porque não sofre a incidência das altas taxas de juros, ao contrário dos financiamentos.

Existem várias maneiras de se adquirir um consórcio. Ele pode ser feito em bancos, seguradoras ou também nas empresas que administram essa modalidade de compras.

Entretanto, antes de fechar negócio, você precisa conhecer onde empregará o seu dinheiro. Listamos cinco dicas para escolher o melhor consórcio:

Pesquise como funciona

O primeiro passo aos interessados em qualquer investimento desse tipo é saber quais os direitos e deveres das partes envolvidas e os riscos envolvidos na transação.

O Banco Central do Brasil, órgão que regulamenta e fiscaliza o sistema de consórcios do país, disponibiliza em seu site todas as informações que você precisa saber sobre o seu funcionamento.

A compra

Conforme dito anteriormente, você pode comprar quotas de consórcio em bancos, seguradoras e nas empresas administradoras, ressaltando que somente as instituições cadastradas pelo Banco Central estão autorizadas a vender o serviço.

Pesquise se existem reclamações nos órgãos e sites destinados aos direitos do consumidor e consulte a relação das instituições cadastradas no site do BC e também da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Quando for assinar o contrato, leia-o com atenção. O documento precisa ter descrições claras sobre prazos e taxas cobradas. Peça ao vendedor os esclarecimentos necessários sobre os seguros que poderão ser exigidos aos integrantes, quais garantias que a instituição oferece aos contemplados, a possibilidade de antecipar as parcelas e como pode ser feito. Enfim, tire todas as suas dúvidas e não assine nada caso elas não sejam sanadas.

Taxa de administração, fundo de reserva e parcelas

Não sofrer as variações impostas pelas taxas de juros não significa que quem adquire um consórcio esteja livre delas. As administradoras cobram uma taxa, que é destinada à administração do grupo dos consorciados. As instituições são livres para determinar o percentual dessa cobrança. Sendo assim, cabe ao interessado pesquisar quem oferece o valor mais barato.

Além disso, alguns planos possuem um fundo de reserva que é usado para a manutenção do consórcio em casos de inadimplência ou desistências. O fundo de reserva varia de acordo com cada instituição e leva em consideração o número de participantes e prazo de pagamento.

As parcelas podem ser lineares. Nesse caso, possuem valores aproximados durante todo o período de vigência, fator que permite ao consorciado ter uma noção de quanto irá pagar até o final do plano. Já nas parcelas decrescentes, o valor diminui de acordo com o tempo de pagamento.

Reajustes

A forma de reajuste, bem como os itens mencionados acima, também deve estar explicita no contrato e merece total atenção do consumidor. Os reajustes são determinados pelo valor do bem, que é estabelecido pelo fabricante.

Antes de adquirir um consórcio, seja ele qual for, é importante que se observe todos esses critérios, de forma que ele seja seguro para seu investimento.

Onde procurar as melhores oportunidades do mercado imobiliário

O investimento em imóveis hoje em dia se tornou uma alternativa escolhida por muitas pessoas por ser um tipo de negócio geralmente seguro e rentável. Além disso, essa é uma opção sempre lembrada por investidores e economistas, confirmando a importância e a menor possibilidade de prejuízos. Mas, onde procurar os melhores negócios?

Uma boa opção para se procurar bons empreendimentos são sites especializados no ramo. Eles funcionam como filtros que facilitam o acesso às suas informações em todo o Brasil. Assim, é possível encontrar informações com riqueza de detalhes além de fotos que, por sua vez, possibilitam uma visão bem significativa dos imóveis que poderão ser adquiridos. Eles possuem vários tipos de ofertas como por exemplo, apartamentos, casas, terrenos ou imóveis comerciais, lançamentos do mercado, acesso a plantas, imagens e estimativa de preços. Portanto, navegar nesses sites é uma boa forma de facilitar sua escolha na hora de investir em um empreendimento.

Atualmente, muitos resolvem anunciar seus imóveis em sites classificados de imóveis como o imoveis.net, devido a grande visibilidade que a internet proporciona. Além disso, existem também aplicativos que auxiliam nessa busca, uma vez que permitem mais amplitude na pesquisa. Existem diferentes tipos, de imobiliárias até buscadores mais genéricos que possibilitarão encontrar milhares de opções de casas, apartamentos e outros tipos de imóveis. Você pode baixá-los gratuitamente no seu celular ou acessar diretamente quando o site for direcionado para navegadores mobile. Assim, as buscas podem ser bem detalhadas, baseadas na localização e em alertas. Você pode buscar por nome de ruas, bairros e cidades. Como se não bastasse, pode ainda guardar o histórico das suas buscas para futuras consultas.

Outros lugares para procurar as melhores oportunidades são em feiras de imóveis (como as realizadas pela Caixa Econômica Federal). Nesses eventos, você terá acesso a uma concentração de ofertas de imóveis com várias vantagens e juros menores do que os oferecidos no mercado normalmente. Muitos empreendimentos são oferecidos e você ainda poderá ter mais facilidade em conseguir um financiamento. A Caixa Econômica realiza este evento em todo o país em datas preestabelecidas com uma organização excelente e muitas opções de variados tipos de imóveis para os mais variados gostos e possibilidade financeiras. As datas e os locais das feiras podem ser conferidos no site do Caixa.

Esses tipos de eventos não são oferecidos somente pelos bancos, eles também podem ser divulgados por associações de imobiliárias e empresas afins que ampliam a visibilidade de suas ofertas.

Para procurar oportunidades, também vale buscar anúncios em classificados de jornais que podem ser adquiridos em bancas diariamente. Nesses classificados, você pode encontrar múltiplas ofertas que muitas vezes não estão disponíveis na internet, fornecendo informações sobre os imóveis e contato com o responsável pela negociação.

Você também pode visitar algumas imobiliárias e encontrar boas opções para a compra de imóveis. A utilização de imobiliárias como intermediárias pode trazer vantagens e desvantagens. As vendas feitas com a intermediação protegem as partes envolvidas de aborrecimentos, principalmente envolvendo a parte financeira. A principal desvantagem é o aumento do custo, que podem ser elevados devido ao pagamento para imobiliária da parte que lhe cabe.

As opções para encontrar as melhores oportunidades no mercado de imóveis são múltiplas onde o acesso às inovações tecnológicas muito tem ajudado. Então, mãos à obra, e comece sua pesquisa escolhendo pela opção que lhe for mais conveniente!

Os 3 fatores que mais afetam o valor de um imóvel

O valor de um imóvel pode variar bastante durante o seu tempo de vida. Seja para mais ou para menos, existem diversos fatores que interferem no seu valor. Se você pensa em vender o seu imóvel ou até mesmo comprar um, é importante prestar atenção em alguns detalhes cruciais.

Listamos a seguir 3 desses fatores que consideramos ser mais importantes:

 

Localização

É muito comum quando se trata de imóveis alguém dizer que o fator mais importante é a localização.

As pessoas hoje em dia não compram mais um imóvel só pelo que ele é, e sim, pela sua localização. Querem comprar o que vem com o imóvel, e isso inclui fácil acesso a escolas, comércios e transporte, ou até mesmo um título social maior.

É importante saber onde o imóvel se encontra para que se possa avaliá-lo de forma correta. Fazendo assim, você pode, inclusive, incluir no valor alguns extras.

Dentro da localização também estão incluídos fatores visuais, como a vista ou se o imóvel fica perto de parques, ruas asfaltadas, se é uma casa perto do mar, etc.

Além disso, é necessário avaliar se o imóvel condiz com a condição padrão da localidade. Às vezes a localização é ótima, mas, o imóvel não.

 

Tamanho e modelo

Casas maiores tendem a valer mais. Porém, é importante pensar em um segundo tipo de valor sem ser o monetário.

Hoje em dia, muitas pessoas preferem comprar casas ou apartamentos pequenos, isso porque a vida se tornou muito agitada e não sobra tempo para cuidar de uma casa grande. Mas, ainda existem muitos que dão preferência a casas grandes, com muitos cômodos para transitar.

Por isso, cada tamanho de casa é direcionado especificamente para um perfil de comprador.

Caso pretenda construir casas para vender ou alugar, tenha em mente o tipo de procura em sua cidade, tanto de tamanho como de modelo.

O modelo da casa também é algo de extrema importância. Como a casa foi projetada e se teve a planta desenhada por um arquiteto. Se isso aconteceu, verifique se o arquiteto possui alguma fama e prestígio no meio profissional. Procure saber detalhes dos responsáveis desde quem projetou até a finalização da construção, pois isso tudo pode impulsionar o valor do imóvel.

 

Reformas

Quanto mais reformada ou intacta aparentemente um imóvel estiver, mais valor ele tem.

Reformar a casa é uma excelente forma de aumentar o seu valor, mesmo que seja somente o ato de pintá-la novamente. Isso irá alavancar o valor do imóvel, pois encobre possíveis falhas em paredes, sinais de velhice, tornando a casa mais moderna ou ligada a um determinado estilo.

Antes de comprar ou vender um imóvel, procure avaliar com mais atenção esses três quesitos: localização, tamanho e estado de conservação.

5 dicas para avaliar a real qualidade de um imóvel

Muitas vezes, seja por falta de senso crítico ou até mesmo por preguiça, quem pretende comprar ou alugar um imóvel não dedica tempo e energia necessários para a realização de uma avaliação rigorosa, julgam o livro pela capa, fecham negócio sem realizar uma visita sequer, baseando-se apenas na beleza da fachada, somente percebendo que caíram em uma propaganda enganosa quando já estão instalados.

Por mais que haja pressa na mudança, o futuro dono precisa ter bom senso e analisar cada canto do imóvel cuidadosamente. Afinal de contas, trata-se de um alto investimento que pode ser para toda a vida. Fatores como idade e instalação elétrica são alguns dos itens que precisam ser muito bem avaliados. Então, se você pensa em adquirir ou locar uma casa ou apartamento, confira algumas dicas que podem ajudar muito na sua decisão:

Idade: é possível que um imóvel antigo apresente problemas estruturais em sua composição. Isso se deve ao fato de que há anos atrás era comum usar barro em vez de argamassa na hora de assentar tijolos, sem contar que também não havia colunas de concreto para sua sustentação. Mesmo que aparentemente o imóvel não apresente nenhum problema estrutural, na maioria dos casos é importante que se faça algum tipo de reforma no local. Portanto, se um imóvel antigo é uma opção de seu interesse, pense bem antes de fazer o seu investimento e não deixe de tomar as medidas necessárias para que não haja nenhum tipo de arrependimento depois da compra.

Instalação elétrica: o ideal é levar um bom eletricista quando você visitar a casa ou apartamento, mas, caso isso não seja possível, a qualidade da instalação elétrica pode ser medida pelos fios. Se eles não estiverem expostos, ponto positivo. Mas, quadro de força com menos de seis disjuntores indica deficiência na capacidade energética do imóvel e que significa que a parte elétrica terá que ser reformulada. Se o seu interesse é continuar mesmo com possíveis problemas elétricos, tenha em mente que você vai ter que colocar a mão no bolso para bancar esses reparos.

Umidade: observe atentamente as paredes a fim de verificar se elas apresentam manchas de umidade, infiltrações ou rachaduras. Dê algumas batidinhas nos azulejos para ter a certeza de que eles estão fixos. No banheiro, um dos locais mais propensos à umidade, teste descargas, torneiras e registros. O mofo, além de ser esteticamente feio, ocasiona alergias e doenças respiratórias.

Visitar o local após chover: quem já morou em uma casa ou apartamento com goteiras sabe como é desagradável ter que encher o imóvel com baldes e bacias para aparar a água da chuva. Por isso a importância de se vistoriar o futuro “lar doce lar” após um dia de chuva. Dessa forma fica fácil identificar a existência de goteiras e solicitar que o dono faça os reparos necessários.

Laudo de inspeção predial: Caso o consumidor estiver interessado em comprar um apartamento, ele deve consultar o laudo de inspeção predial. O documento obrigatório em Santos (SP) e Camboriú (SC) aponta as obras e reformas que precisam ser realizadas no local, bem como seus preços e impacto que o valor dessas interferências terão no condomínio.

Regras para manter seu imóvel regularizado

Para aqueles que compraram ou estão comprando imóveis devem saber que há uma série de regras que tornam regular a situação do mesmo. Se o investimento em imóveis é considerado um tipo de investimento seguro, em parte tem a ver com a segurança jurídica conferida pelas leis destinadas a protegerem a propriedade. O que se quer dizer é que há certo rigor a seguir na hora de comprar um imóvel, diferente da compra e venda de outros tipos de bens.

 

1 – O IMÓVEL PRECISA TER UMA ESCRITURA

A escritura é também conhecida como certidão de matrícula e precisa ser registrada no Registro Geral de Imóveis (RGI). Lá o imóvel receberá um número de matrícula e ficará formalizado o nome do proprietário do imóvel. Isso é realmente importante, pois sem ele, aquele que compra o imóvel sem realizar esses trâmites, fica desprotegido, correndo riscos como o de não ser considerado o proprietário do imóvel. Além disso, sem a escritura devidamente registrada, há uma série de complicações caso queira revender o imóvel, pois ele estará numa situação de imóvel irregular. Evite, portanto, contratos de gaveta, que são imóveis vendidos sem cumprir essas formalidades legais de escritura.

Essa tem sido uma questão sensível do programa “Minha casa, minha vida” a exemplo. Alguns beneficiados pelo programa, ainda em fase de financiamento (que contém regras de que os imóveis podem ser vendidos apenas após a quitação pelos beneficiados, junto à Caixa Econômica), têm vendido os imóveis desrespeitando o programa do governo e de maneira irregular, sem escritura. Isso traz vulnerabilidade a quem adquire, visto que isto torna o imóvel irregular.

 

2 – IMÓVEIS PRECISAM DE HABITE-SE

Essa é uma regra fundamental a ser seguida, e que você deve ficar de olho, no caso de imóveis que estão para ser construídos. Especialmente se você tem pensado em comprar algo na planta, certifique-se que este documento está regular. Todos os imóveis devem respeitar às exigências legais de construção da região onde estão sendo construídos, além de seguirem um projeto para construção (por isso, ideal que passem por um engenheiro civil e arquiteto). Estando em conformidade, a prefeitura emite o “Habite-se”, que é o documento certificando a regularidade daquela construção.

Caso você tenha adquirido um imóvel carente do Habite-se (portanto, irregular) vale a pena buscar regularizá-lo, vez que se você desejar vendê-lo num outro momento poderá ter dificuldades ou mesmo perder a oportunidade da negociação.

 

3 – IMÓVEIS PRECISAM TER OS IMPOSTOS PAGOS REGULARMENTE

Vale ficar sempre muito atento a esta questão na hora de comprar um imóvel! Sempre verifique se há dívidas de Imposto Predial e Territorial Urbano, antes de comprar um imóvel! Por que isso? As dívidas provenientes de impostos sobre imóveis acompanham o proprietário!

Desse modo, se você se torna proprietário de um imóvel irregular, no sentido de possuir dívidas fiscais, sem saber, as dívidas passam a ser suas, e você terá que pagá-las. Essa situação pode se tornar crítica, levando-o a necessidade de mover uma ação judicial contra o proprietário anterior para tentar reverter o quadro.

Portanto, seja precavido. Você pode conhecer a situação fiscal do imóvel que deseja adquirir, antes de comprá-lo, solicitando uma certidão ao vendedor do imóvel. Vale ressaltar que os imóveis que possuem dívidas de IPTU não pagas, podem sofrer penhora judicial.

Alugar ou vender? Vantagens e desvantagens de cada opção

Quando se tem um imóvel disponível, fica uma dúvida frequente: vender ou alugar? Quais vantagens e desvantagens para cada opção? Está na hora de pesar os prós e contras e ver qual delas é a melhor para você.

Alugar um imóvel

Vantagens

A maior vantagem de se alugar um imóvel é a valorização do mesmo, pois ao contrário dos bens móveis que perdem valor ao longo do tempo, os imóveis se valorizam.

Porém, ao alugar um imóvel você permanecerá com a responsabilidade de mantê-lo em bom estado. Essa manutenção é importante para que ele não se deteriore. É normal que apareçam sempre alguns reparos a fazer. Por isso, fique atento para que ele possa estar sempre bem apresentável.

É importante lembrar-se de incluir esses gastos na definição do valor do aluguel, assim como os impostos e taxas administrativas. No entanto, em alguns casos existe um acordo entre locador e locatário para definir algumas responsabilidades extras, apesar de a maioria ser do proprietário. Ah, uma coisa importante: procure não fugir do valor da média dos imóveis do bairro e compare o estado de conservação com os demais para que você não fique no prejuízo na hora de repará-lo.

Outra vantagem é a renda fixa mensal que esse tipo de negócio proporciona.

Desvantagens

Fique atento também às desvantagens dessa opção, como, por exemplo, a inadimplência. Ao mesmo tempo em que é bom ter uma renda certa, ela deixa de ser certa por conta dos atrasos que podem ocorrer do pagamento. Por isso, é bom sempre que possível deixar um dinheirinho na reserva para esse tipo de contratempo.

Outra desvantagem é a de que em tempos de crise, como por exemplo, a que o Brasil está passando no momento, o ramo imobiliário tenha uma grande queda, os imóveis tenham seus preços desvalorizados, tanto para a venda como para aluguel e ao invés de gerarem renda, podem gerar despesas, como, por exemplo, o IPTU e taxa de condomínio.

Vender um imóvel

Vantagens

A maior vantagem de se vender um imóvel é a liquidez do dinheiro, pois ela se torna uma oportunidade de renda ao passo que se permanece com o valor bruto guardado.

Desvantagens

Para quem não tem controle financeiro essa opção poderá piorar a situação. Saber fazer o investimento na hora e local certo vai definir se o dinheiro da venda acarretará ou não lucro para o proprietário. Por isso, procure investimentos de baixo risco.

Atualmente, o Brasil vive uma crise econômica que está afetando vários setores no mercado. Alguns deles estão sendo atingidos de forma mais profunda que outros, mas lembre-se, crises vão embora na mesma velocidade que chegam, devemos aprender sobre elas e aproveitar as oportunidades.  Após ponderar as vantagens e desvantagens de cada opção, o proprietário precisa verificar a necessidade e urgência do dinheiro para decidir o que é melhor.

 

Documentos necessários para vender o seu imóvel

Documentos imóveis

Nos dias de hoje, a venda de um imóvel se tornou uma tarefa não muito fácil. São vários os problemas a serem enfrentados, um deles é a questão dos documentos e taxas. Para orientar o comprador corretamente, é de suma importância que o proprietário ou corretor saiba quais os documentos necessários na hora da negociação. No entanto, se o comprador tiver conhecimento de tudo o que precisa apresentar antes mesmo de escolher com quem fará o negócio, facilitará bastante para os dois lados.

Documentos necessários de acordo com o estado civil

Caso o vendedor seja solteiro, é necessário que este apresente a Certidão de Nascimento para comprovar que não há nenhum tipo de laço contratual com nenhuma outra pessoa.

Se o vendedor tiver menos do que 21 anos, este deverá apresentar uma cópia da escritura de emancipação registrada.

Mesmo em vendas onde o proprietário não contrata nenhum tipo de empresa para articular o processo, é necessário que, se for uma pessoa casada ou que tenha uma união estável comprove que seu cônjuge ou companheiro (a) esteja ciente do mesmo. No entanto, caso este seja um bem dos dois em conjunto, ambos devem apresentar suas documentações. Caso ocorra alguma briga pelo imóvel mesmo este estando em nome de apenas um deles, só há real interferência se houver litígio. Nesse caso, ambos os companheiros são considerados donos do imóvel.

Para quem está separado, é necessário que apresente um termo de audiência para comprovar a separação. Se já for divorciado, é preciso apresentar a cópia da Certidão de Casamento com averbação.

CPF, RG, comprovante de residência, estado civil

Documentos que comprovam a autenticidade do vendedor.

Certidões negativas

É importante retirá-las para comprovar que os vendedores e seus cônjuges não estão sendo processados, não estão em dívida com a lei, não possuem dívidas tributárias ou trabalhistas. Para isso, as seguintes certidões negativas devem ser emitidas:

  • De ações cíveis e criminais (podem ser retiradas no site da Justiça Federal);
  • Protestos (em cartórios);
  • Ações trabalhistas (no site do Tribunal Superior do Trabalho);
  • Execuções fiscais estadual e municipal (sites das respectivas secretarias de fazenda);
  • Interdição, curatela e tutela (cartórios de registro civil das pessoas naturais e de interdições e tutela);

Certidão de situação fiscal / IPTU

Podendo ser obtida no site da cidade ou na prefeitura, o documento comprova que o imóvel possui ou não dívidas municipais.

Matrícula

Podendo ser solicitado no cartório de registro de imóveis, deve ser solicitada com uma certidão de ônus reais, esta que provará se o imóvel no momento está sendo ou não afetado por uma ação.

Declaração de inexistência de débitos condominiais

Obtido com o síndico do condomínio caso o imóvel faça parte de um. Como as dívidas do condomínio irão ser cobradas ao novo dono, esta declaração provará que não há nenhuma dívida do vendedor a ser paga.

Informações variáveis

Alguns documentos e certidões possuem tempo de utilidade média de 30 dias. Dependendo do estado onde será realizada a venda, documentos diferentes podem ser exigidos. Cabe então ao corretor deter informações precisas sobre os documentos necessários em seu estado.

Para vender o imóvel também deve ser pago o imposto sobre a venda do mesmo, ITBI (Imposto sobre a transmissão de Bens Imóveis), assim como para realizar uma venda, deve-se estar livre de litígios, dívidas e processos. Se o vendedor não residir no imóvel a vender, este deve fornecer todas as certidões de seu atual domicilio e da localidade do imóvel a ser vendido.

Qual a melhor forma de se investir em um imóvel hoje em dia?

Investimento casa

Está sendo amplamente divulgado na imprensa que a economia no Brasil está em crise, uma vez que as taxas de juros aumentaram muito, bem como a inflação subiu absurdamente. Será que ainda assim vale a pena investir em um imóvel?

Na primeira década do século XXI, bons ventos favoreciam as vendas rápidas em virtude dos financiamentos facilitados e a elevada valorização de todos os tipos de empreendimentos. Hoje, os ventos são outros e já não são tão benevolentes assim. Um sinal de alerta foi soado com o cenário da estagnação econômica e a dúvida que paira no ar é se o mercado de imóveis continua viável e atraente o bastante como nos tempos de outrora. Não se pode negar que um investimento em um imóvel pode acionar uma média ou grande movimentação financeira. Por isso, ele não deve estar sujeito a erros, sobretudo em tempos de crise.

Alguns economistas e investidores acreditam que o mercado imobiliário passa por uma fase de reacomodação. Entretanto, a boa noticia é que a compra de imóveis continua sim sendo o melhor investimento entre todos os outros, devido à sua principal característica: patrimônio sólido, consistente. Contudo, a mudança que ocorreu foi uma restrição sobre os tipos de imóveis que devem ser adquiridos. Agora já não é qualquer imóvel que será passível de investimento, mas aquele que é desejado sob qualquer circunstância, porque tem boa localização e é bem projetado. É esse tipo de imóvel que sempre vai atrair investidores.

Para que um imóvel seja atraente para um investimento ele deve possuir diferenciais modernizadores com sistemas que possibilitem armazenamento de água de chuvas, reaproveitamento de águas utilizadas no ambiente doméstico e sistemas que priorizem a economia de energia elétrica. Essa nova demanda surgiu devido ao clima de incertezas quanto ao suprimento de água e energia elétrica, recursos indispensáveis para as vidas do seres humanos contemporâneos.

A sofisticação é outro ponto que valoriza um empreendimento imobiliário. Se ele leva a assinatura de um decorador ou um arquiteto renomado, sua valorização cresce de maneira exponencial.

Por fim, temos a questão da mobilidade. O empreendimento deve estar em áreas em que a mobilidade seja facilitada. Em seu entorno, o oferecimento de diferentes meios de transporte como metrôs, ônibus e outros, ciclovias e boas vias de trânsito fará com que o imóvel seja bem avaliado e possibilite que mais investidores sejam atraídos por ele. Além disso, em um moderno empreendimento imobiliário, a existência de bicicletários e garagens amplas bem organizadas e com mais de uma vaga por morador também valorizam e muito o imóvel.

As características acima citadas fazem com que o empreendimento permaneça por mais tempo valorizado e que o investimento inicial seja multiplicado, além de confirmar que os investimentos nesse ramo são negócios que mesmo em tempos de crise não devem ser desprezados. Pelo contrário: devem ser estimulados, devido seu caráter sólido no mercado.

Como usar o FGTS na compra de um imóvel

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) existe com o propósito de amparar os empregados demitidos sem justo causa. É uma garantia aos empregados que possuem vínculo de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (a CLT), isto é, com o trabalho formalizado mediante um contrato pautado nela. Desse modo, mensalmente é descontado do salário do empregado um valor correspondente a 8%. Quem gerencia os recursos do FGTS é a Caixa Econômica Federal.

Mas, vale dizer, que é possível utilizar os recursos do fundo de garantia! Ou seja, é possível ter acesso ao montante acumulado do FGTS para a compra de um imóvel, e isso independente do empregado ter sido ou não demitido. Para isso, no entanto, há uma série de regulamentos estabelecidos pela Caixa Econômica, passíveis de observação que devem ser destacadas, para uma melhor decisão antes desse passo.

  • Primeiramente, é necessário pontuar que não é possível recorrer ao FGTS a qualquer momento. Para ter acesso ao valor acumulado do fundo, o empregado deve ter pelo menos três anos de contribuição. Esses anos podem ser ou não contados de maneira interrompida.
  • Além disso, o imóvel a ser adquirido pelo empregado tem que estar localizado na cidade onde este trabalha. Como há casos, não raros, de pessoas que vivem distante do local de trabalho, se estas desejarem adquirir um imóvel próximo, estas deverão apresentar comprovação de que residem neste local há no mínimo um ano.
  • Aqueles que já possuem um imóvel, em seu nome, na cidade onde estão empregados, não terão acesso ao FGTS para a compra na mesma região.
  • O FGTS pode ser usado para imóvel adquirido em nome do companheiro ou cônjuge, mediante comprovação. Contudo, o FGTS não pode ser usado para compra de imóvel em nome de outras pessoas (familiares e outros).
  • Apenas aqueles que possuem 40% do valor completo do imóvel que se quer adquirir podem realizar o saque para finalidade da compra. No caso do detentor do fundo possuir mais que 40% do valor do imóvel que se pretende adquirir, será possível utilizar apenas o valor correspondente ao que falta.
  • É possível utilizar o FGTS para construir uma residência. O detentor do fundo não pode ser dono de imóvel. No caso da construção em seu terreno, ele deve comprovar que seu lote ainda não está edificado, mediante apresentação do comprovante de IPTU.
  • O FGTS pode ser utilizado também por aqueles empregados participantes de consórcios, que tenham sido contemplados com a Carta de Crédito.
  • Não poderá ser utilizado no caso em que o vendedor do imóvel que se pretende adquirir também tenha utilizado o FGTS para adquiri-lo (há no mínimo três anos).
  • O valor de proposta definido pelo vendedor deve estar de acordo com o valor avaliado pela equipe técnica da Caixa Econômica Federal. Desse modo, se o valor estipulado pelo vendedor for superior, o interessado em utilizar o fundo não conseguirá autorização.
  • Em geral, o tempo que se leva para realizar o saque do FGTS está vinculado ao tempo que o interessado levará para reunir todos os documentos e comprovantes exigidos pela Caixa Econômica. Deste modo, obtendo a aprovação, há uma estimativa de 10 dias para que o montante seja colocado à disposição do detentor do fundo.

A varanda pode influenciar na venda de uma casa?

 VARANDA PODE INFLUENCIAR NA VENDA DE UMA CASA

O mercado de imóveis sofre mudanças relacionadas à região, estado ou país. Além disso, respeita um padrão que varia de locais mais frios aos mais quentes. Um exemplo disso são os imóveis vendidos no norte e nordeste brasileiros, o ar-condicionado é um pré-requisito imposto a eles.

Este tipo de configuração residencial é o que motiva o cliente a escolher uma casa à outra. Sejam mais vagas na garagem, uma área de churrasco e até a varanda. Casas com varanda são muito mais procuradas, principalmente, por representarem o cartão de visita da casa.

A importância das varandas em um imóvel

Os novos modelos e projetos de edificações têm dado muita atenção ao espaço com varandas, trazendo até outras configurações a sua aparência (como a varanda gourmet). Este cômodo tem-se tornado algo cada vez mais frequente em casas brasileiras. E em cada lugar elas são planejadas para se incorporar à residência.

Em regiões praianas, a varanda é mais ampla, espaçosa e aberta. Geralmente, as áreas são sustentadas por móveis rústicos e que casem bem com a vista. Em regiões que são mais frias, elas são construídas como uma espécie de solário de inverno. E assim por diante, cada região ganha a sua área customizada.

A necessidade de uma varanda vai além da sua estética, uma vez que elas ganharam funções importantes em uma residência. Este tipo de espaço, hoje, é usado para descanso, festas familiares, almoços e encontros com os amigos. Sem falar que ela conecta os demais cômodos da casa com a parte externa.

Como a varanda influencia na venda imóvel?

Como o espaço de uma varanda tem ficado cada vez mais necessário e sofisticado, elas são peça chave no momento de venda de um imóvel. E os preços também são mais valorizados. Ou seja, a varanda é imprescindível para manter o mercado imobiliário dinâmico.

Enquanto que para alguns compradores a garagem ou a suíte têm mais importância, para outros o lugar que dispõe de uma varanda é muito mais valorizado. Além disso, apresentar uma residência com este espaço a um possível comprador é um convencimento a mais.

Como é aproveitado o espaço da varanda?

A varanda pode assumir diversas funções. Com um projeto bem acertado, pode ser transformado em jardim, espaço gourmet ou até em Spas. E essa multi funcionalidade que tem dado a ela grande importância que tem hoje. Antes, as cozinhas eram o ponto mais valorizado da casa.

Nelas reuníamos a família, os amigos, fazíamos as festas e reuniões, porém atualmente, tudo foi direcionado para a varanda. Pois dela fazemos uma área de relaxamento, uma extensão da cozinha, da sala e até um espaço para os animais de estimação.

Então, empreendimentos imobiliários visionários são aqueles completos, que dão conta de fornecer casas com piscinas, suítes, área de churrasco, garagem e, principalmente, varandas.

E os imóveis que mais tem ganhado a concorrência são aqueles que já vêm bem estruturados, com pisos ou decks instalados, colunas de sustentação trabalhadas e um espaço com potencial de decoração amplo.

Como comprar imóveis na planta

IMÓVEIS NA PLANTA, COMO FUNCIONA

A compra de um imóvel na planta costuma gerar muitas dúvidas, tanto pela forma de funcionamento deste tipo de negócio (mesmo que seguro em muitos casos), como a própria lógica por trás da negociação. Afinal, fechar uma transação imobiliária quando o imóvel ainda não está construído, significa comprar uma expectativa, uma vez que o que está sendo comprado algo que ainda não existe!

Portanto, algumas questões são corriqueiras como “será que realizarão com segurança a construção do imóvel comprado?”; “será que a construtora realmente entregará as unidades dentro do prazo contratado?”; “a construtora é íntegra?”, “haverá alguma cobrança extra durante a construção do imóvel?”. Ou seja, quem opta por comprar o imóvel sempre precisa filtrar informações para a melhor escolha.

Primeiramente, importante esclarecer que é necessário tomar muito cuidado, pois assim como existem muitas construtoras idôneas que cumprem com o contrato, há outras empresas que, infelizmente, possuem diversos mecanismos para ludibriar o consumidor. Imprescindível checar antes de tudo se a construtora que edificará o empreendimento é confiável, por meio do histórico de vendas apresentado. Sempre vale a pena pesquisar! Sites como o do PROCON, disponibilizam espaço para este tipo de busca.

É necessário estar atento a possíveis armadilhas criadas por algumas empresas que podem prejudicar o consumidor. Como por exemplo:

  • Valores muito baixos de parcelas: muito provável que o valor aumente durante a construção do empreendimento. Portanto, àquelas propagandas atraentes que valorizam um valor baixíssimo de parcelas, pode levar o consumidor ignorar que, recorrentemente, as parcelas aumentam e o imóvel pode chegar a ficar até 20% mais caro em relação ao valor inicial em decorrência das correções cabíveis. As parcelas sempre sofrem aumento de correção pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), que é o índice utilizado para construção civil. Por isso, o planejamento é fundamental para não ficar sem recursos quando houver reajustes.
  • A documentação do imóvel que está sendo comprado pode possuir irregularidades. Sempre busque saber se houve o registro devido da incorporação no RGI (Registro Geral de Imóveis). Lá é possível ter informações essenciais sobre o empreendimento a ser adquirido, como o valor, os materiais, a metragem.
  • Problemas com a prefeitura. Muitas construtoras não divulgam durante a venda dos imóveis. Desse modo, é possível que a prefeitura tenha planos de desapropriação na região por onde o empreendimento será construído, o que pode trazer muitos transtornos!
  • Obscuridade contratual referente às parcelas intermediárias, juros e taxas e cobranças indevidas. É importante manter atenção sobre algumas taxas, comumente repassadas ao consumidor, como: a) taxas de corretagem, que deveriam ser pagas pelas construtoras e não pelo comprador do imóvel; b) taxas de serviço de assessoria técnica imobiliária (não faz sentido, pois se o advogado indicado para analisar a documentação da negociação pertence à empresa, por que cobrar do comprador se o advogado estará analisando uma documentação da própria empresa?); c) taxa de interveniência, cobrada dos compradores que desejam realizar financiamento com banco distinto daquele com quem a construtora tomou o financiamento para realização da obra, pois isso estaria violando a possibilidade de escolha do comprador; etc.
  • Sempre tenha em mente a possibilidade de atraso, e fique atento ao que a construtora estabelece sobre isso no contrato, para que os direitos sobre atrasos abusivos sejam resguardados, e passíveis de indenizações, no caso de prejuízos.

Como funciona um consórcio imobiliário?

COMO FUNCIONA UM CONSÓRCIO

Recentemente os consórcios tem se mostrado como uma opção recorrente para aqueles que desejam atingir o tão sonhado objetivo de adquirir seu próprio imóvel e deixar os aluguéis.

Isso tem ocorrido, especialmente, porque o mercado imobiliário está em alta, isto é, os valores dos imóveis em venda sofreram um aumento expressivo. A consequência disso? Com valores tão altos muitas pessoas não conseguem arcar com o valor total dos imóveis, buscando alternativas que facilitem a compra. Por isso a opção pelos consórcios.

O que faz com que os consórcios se tornem mais atraentes? Como eles funcionam?

Para compreender o conceito de consórcio é fácil. Basta pensar que é conjunto que pode ser constituído tanto por pessoas físicas como jurídicas, com o propósito de contribuírem para um auto financiamento, isto é, como se estivessem contribuindo para formação de uma espécie de poupança. Ou seja, pense que cada uma dessas pessoas representa uma cota, que será paga regularmente (e sem juros).

Mensalmente é realizada uma reunião de assembleia deste grupo para realização de um sorteio, em que os consorciados participam. O ganhador do sorteio recebe uma carta crédito, que poderá ser usada para custear uma parte do valor que ele não conseguiria fora do consórcio. Esse grupo sempre é gerido por uma administradora de confiança (isto é, regular e autorizada pelo Banco Central), que será a responsável por lidar com as principais atividades comerciais e financeiras do consórcio.

Além dos sorteios realizados com a finalidade de contemplar um dos cotistas, há outra possibilidade de conseguir a carta crédito, que é o oferecimento de lances pelos participantes do consórcio com o propósito de obtê-la. O cotista que oferece o melhor lance, ganha.

Prós e Contras: alguns pontos de importante análise na hora da decisão.

Entre os aspectos positivos a serem levados em consideração é que os consórcios são um modo menos complexo de os consumidores conseguirem o valor para atingirem a possibilidade de barganha (quando conseguem a carta crédito). Isso tem representado menos burocracias, pois muitas pessoas deixam de envolver-se com os complexos empréstimos para cumprirem esta finalidade. Em alguns consórcios, por exemplo, não são exigidos comprovação de renda nem avais, como garantia.

Outra vantagem ainda, é que suas parcelas, mesmo acrescidas de taxas, não possuem o mesmo peso que os juros dos financiamentos, por exemplo! Nos financiamentos muitas vezes são exigidos pagamentos de parcelas intermediárias, que exorbitam a capacidade de pagamento de muitas pessoas. O consórcio, ao contrário, não possui esse tipo de parcelas, tornando a adesão bem mais acessível.

Contudo, importante ponderar uma importante questão. O consórcio pode levar muitos anos para que o grupo termine, podendo levar até 15 anos, e por isso não é o mais aconselhável para quem está esperando por uma solução rápida. É importante ter em mente que o consórcio não é algo imediato. Isto é, pode levar bastante tempo até a obtenção da carta crédito, já que ela está condicionada as hipóteses (a) do sorteio; (b) do maior lance; ou (c) do encerramento do grupo.

Como valorizar seu imóvel antes de vender

Como Valorizar seu Imóvel Antes de Vender

A valorização no imóvel, na hora de vender, não fará mal a ninguém. Algumas medidas são capazes de melhorar o valor do seu imóvel em até vinte por cento. São dicas simples, que na verdade primam pela qualidade da futura casa de outra pessoa. Não só a questão visual, mas também a infraestrutura devem corresponder às expectativas dos seus possíveis compradores.

Antes de tudo, deixar a casa organizada no momento das visitações para a venda é primordial. Para se realizar um bom negócio, também são necessárias reformas, como substituição de telhas ou vidros danificados, por exemplo. O ideal é que, durante a visitação, não haja mais nenhum desse tipo de problema com o imóvel. Pra completar, uma decoração agradável poderá valorizar o ambiente.

A seguir, 8 dicas para valorizar seu imóvel na hora da venda:

  1. Home staging – originada nos Estados Unidos, a prática de home staging é a contratação de um profissional, geralmente um designer ou arquiteto, que agregará valor ao seu imóvel a partir de uma nova decoração. O objetivo é melhorar o visual do imóvel para agradar possíveis compradores. Essa técnica vem comprovadamente melhorando os valores de vendas de imóveis.
  2. Manutenção em dia – quaisquer problemas em seu imóvel, como defeitos no piso ou nas partes de alvenaria, vazamentos, problemas elétricos e hidráulicos vão certamente causar desencanto imediato por parte do possível comprador. Por isso, a manutenção deve ser constante e preventiva, a fim de evitar esse tipo de transtorno.
  3. Pintura em cores neutras e decoração – como não é possível adivinhar o gosto do freguês antes de conhecê-lo, e como também a pretensão é apresentar o imóvel para várias pessoas até o fechamento de um negócio, optar por cores claras e neutras não vai agredir a olhos mais sensíveis. Além disso, não manter no imóvel qualquer elemento decorativo que possam causar repulsa para alguns possíveis compradores é importante, como artefatos religiosos ou similares.
  4. Fachada sempre bem cuidada – a área externa é a primeira impressão, e essa é a que fica! Então, manter uma fachada limpa e agradável é dever do vendedor, sobe pena de o visitante já não gostar de cara do imóvel só por conta de uma primeira má impressão.
  5. Limpeza e organização – dispensa muitos comentários. Um comprador sentirá muito mais segurança em um imóvel limpo e organizado.
  6. Jardim e quintal limpos – imagine uma casa limpíssima, mas que ao olhar pela janela o quintal está puro mato… Não há valorização possível para uma aparência metade bonita e metade desleixada.
  7. Documentação e contas em dia – organize a papelada e tenha tudo à mão. Vai que gostam tanto do imóvel que a negociação é imediata? Antes de divulgar a venda do seu imóvel, tenha tudo correto sobre a documentação do imóvel.
  8. Área externa – piscina, churrasqueira e afins. Deverão ter o mesmo cuidado do quintal, pois não adianta anunciar que há uma área externa atrativa e chegar na hora da visita ser só um buraco no meio do quintal.

Além das questões básicas, você deverá sempre primar pela transparência. Afinal, a compra e venda de um imóvel é uma negociação. Seja claro com o possível comprador, sempre.

Como mudar de casa sem golpe

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Um dos fatores que mais contribui para a ocorrência de golpes ou maus negócios imobiliários é ansiedade. Seja por motivos diversos, a pressa e a pressão podem ser catalisadores de um desastre na hora de verificar o imóvel, seja para compra, venda ou aluguel de um imóvel.

Outro item é a má-fé advinda de vendedores inescrupulosos. Esse tipo de risco pode ser minimizado ao se tomar certas precauções.

No caso de busca pela compra de uma imóvel, por exemplo, decidir antes de procurar quanto se está disposto a gastar. Calcular bem o custo no caso de solicitar um empréstimo, não negligenciar os gastos que terá com documentação, eventuais reformas ou atrasos. Para não sofrer com inconvenientes, é importante não aceitar propostas de financeiras que solicitem bens como garantia. De antemão, procure saber se você está apto a pedir um empréstimo. Documentos, comprovantes de cartão de crédito, holerites, imposto de renda: tudo será necessário. Além disso, busque orientação de um corretor especializado. Ele será capaz de informar o que é o Crédito Imobiliário na Caixa Econômica Federal, por exemplo, e de quais documentos você precisará.

Mediante isso, pense em longo prazo: o imóvel a ser adquirido se tornará adequado daqui a um tempo?Independente de suas intenções, você não poderá prever qualquer necessidade futura, e isso envolve a possibilidade de ter de vender o imóvel que hoje você está comprando. Por isso, tenha em mente se o imóvel é bom a médio e longo prazo.

Para tudo isso dar certo, uma relação transparente e honesta com o corretor de imóveis é de suma importância. Um bom corretor vai entender do que você precisa e saberá trazer ao seu conhecimento os imóveis que mais se encaixam nas suas necessidades.

Ainda que sua relação com o corretor seja de extrema confiança, não perca de vista os detalhes e todas as informações que envolvem o negócio. Pesquise sobre o imóvel e busque todos os dados pertinentes.

Para não se perder, tenha sempre a mão um bloco para anotações. Durante esse processo, busque informações e tome nota de detalhes para depois analisar com calma.

Se houver somente vantagens no imóvel, desconfie.

E isso vale tanto para imóveis para comprar quanto para alugar.

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Contudo, no caso de aluguel, há algumas especificidades. Primeiro você deverá anunciar a saída de sua antiga casa com antecedência. O correto é que esse aviso seja por escrito, de preferência por carta registrada, a fim de resguardar seus direitos. O comum é sessenta dias de antecedência.

A partir disso, o próximo aluguel será negociado ou direto com o proprietário ou por meio de imobiliária. A segunda opção é mais segura para todas as partes, pois haverá muito mais transparência. Mas, se o aluguel é direto com o dono do imóvel, não abra mão de um contrato para formalizar o negócio.

De preferência, mantenha todo o trâmite de informações e negócios relacionados ao aluguel por escrito. Tenha consciência de detalhar tudo sobre o imóvel na vistoria, pois no caso de devolução do imóvel você terá de entregar do jeito que recebeu.

Dicas para compra e venda de seu imóvel

Compra Venda comprador vendedor

Tomar a atitude certa em busca da tão sonhada casa própria demanda vários cuidados. Para quem quer vender seu imóvel também não há dúvidas quanto às precauções necessárias. Buscar equilíbrio de ambas as partes, tanto quem deseja comprar quanto vender, é primordial. A seguir, há dez dicas que podem ser consideradas infalíveis nas intermediações de negócios.

 

Para compradores:

1- Defina o tipo de imóvel que deseja adquirir

Todo mundo busca comodidade e conforto quando se trata de moradia. Mas, por conta das especulações imobiliárias, são constantes aqueles que acabam por seduzir-se, principalmente por quaisquer facilidades apresentadas, nem sempre reais. Portanto, a primeira dica é: defina o que realmente quer e precisa, focando sua busca dentro da sua realidade.

2- Conheça seu limite de financiamento bancário.

Uma consulta prévia no banco onde se tem conta pode evitar alguns transtornos posteriores. Primeiro porque, ciente da sua capacidade financeira, você irá procurar por aquilo que estará dentro da sua realidade. Sem contar que, quando se deseja financiar, algumas empresas imobiliárias induzem o comprador a fazer o financiamento com um banco indicado por eles. Diante de tal situação, nunca hesite em perguntar sobre taxas de juros, encargos embutidos no financiamento, para verificar se realmente vale a pena a indicação. E é claro, não custa barganhar com o gerente da sua conta para uma melhor negociação.

Pesquisa de mercado oportunidade

3- Conheça os custos envolvidos na transação.

Ao decidir sobre a compra e resolver fechar o negócio, nunca deixe de fazer uma pesquisa sobre os custos envolvidos na operação. Mesmo compras feitas sem uso de recursos próprios, como por exemplo, de entrada com FGTS e financiamento, existem custos cartorários e de transferência que nem sempre são esclarecidos na hora da apresentação e da venda. O ideal é consultar um bom agente imobiliário ou advogado especializado em direito de imóveis para não haver surpresas desagradáveis.

4- Trace o seu roteiro de compra.

Podemos dividir esse tópico em três dicas principais:

Faça uma busca virtual – Pesquise primeiro na internet, em sites especializados como imoveis.net, o perfil de imóvel que deseja. Isso já faz com que se trace um roteiro mais objetivo para compra.

Pesquisa ao vivo – Depois de ter buscado na internet, chegou a hora de conhecer a região de verdade. Num primeiro momento parece muito trabalhoso, mas no final torna-se compensador. O comprador descobre dessa forma os prós e contras da região, perspectiva de valorização do lugar, especulação real da região para compra etc.

Avaliação – Ao falar de avaliação não se está abordando somente valor propriamente dito. Mas quando se resolve tomar uma decisão desse tipo o ideal é consultar outras pessoas de confiança que possam lhe ajudar e de repente trazer uma opinião outrora não pensada do seu ponto de vista. Parece incrível, mas ainda acontece no mundo de hoje casos de pessoas que compram imóveis no escuro.

5- Analise com olhar de investidor.

Mesmo que a intenção não seja investimento imediato, a decisão de comprar deve ser encarada como algo que lhe trará lucro, mesmo que em longo prazo. E, para agregar valor, medidas simples podem fazer grandes diferenças, como uma obra de ampliação, reforma de cômodos, troca de materiais hidráulicos, elétricos entre outros. Não precisa ser um grande empreendedor para saber que todo tipo de mercado tem seu período de alta e de baixa. Portanto, estar precavido para que seu imóvel seja uma excelente peça de negociação, mesmo que isso não faça parte de seus planos inicialmente, sempre valerá a pena mais cedo ou mais tarde.

 

Para vendedores

Agora a negociação encontra-se do outro lado. Vender o imóvel e obter sucesso com a venda, embora pareça objetivo e lógico, nem sempre estão atrelados. Portanto é preciso tomar alguns cuidados para que se obtenha o máximo de excelência em uma negociação.

1- Mantenha a documentação em dia, livre de pendências ou inadimplência.

Quando já se possui um imóvel para moradia e possui outro apenas como investimento é normal que às vezes alguns encargos passem despercebidos. Mas, o ideal é fazer uma consulta prévia das dívidas e encargos sobre o imóvel para que se agregue valor na hora da venda.

2- Deixe seu imóvel próprio para visitação.

Especialistas de mercado aconselham sempre fazer pequenos reparos para se obter um melhor resultado na venda. Pequenas reformas, ornamentação externa, limpeza, são atitudes simples, mas que visualmente trazem uma boa perspectiva para o olhar do comprador. Se o imóvel possui um morador ou inquilino residindo, deve-se evitar objetos polêmicos, por exemplo artigos religiosos, ou sobre times de futebol entre outros objetos de cunho muito pessoal. Medidas simples, mas que se não observadas podem trazer certos desconfortos embargando uma possível negociação.

3- Venda seu imóvel dentro da realidade de preço.

Saiba pedir um preço dentro da perspectiva da região e do mercado. Esteja atento à concorrência para não supervalorizar demais. Se seu imóvel possui um algo a mais que considera como diferencial, faça uma consulta com um agente especializado.

4- Não demore na entrega.

Assim como para vender o proprietário cria uma perspectiva de tempo para tal, o comprador por sua vez também cria essa mesma perspectiva para recebê-lo. Portanto, não demore na entrega do imóvel. Quanto mais rápido se desocupar, melhor para ambas partes.

5- Não abuse da intransigência na hora de visitar ou mesmo de negociar.

Principalmente quando se trata de imóvel condominial, é normal que haja uma concorrência razoável de outros imóveis com o mesmo perfil do que se pretende vender. Para driblar essa questão, o ideal é não ser muito resistente com relação a horários de visitação ou mesmo com possíveis negociações que surjam. Às vezes, uma pequena fenda na agenda permitindo visitações aos fins de semana ou após o período de horário comercial podem ajudar. E quanto à negociação, um pequeno parcelamento da entrada, ou uma permuta com um bem que o comprador talvez possua (como um carro, por exemplo), às vezes pode fazer com que se saia na frente. Não custa nada conversar. É possível ser coerente e ao mesmo maleável na busca do melhor negócio.

Documentos necessários para seu financiamento

Documentos casa própria negócios

Estima-se que na última década o mercado imobiliário tenha crescido de forma assombrosa. Contudo, essa tendência mudou por conta do aumento dos juros do financiamento imobiliário de 9,2% para 11% ao ano, feito pela Caixa Econômica, segundo dados anunciados da revista Exame. Com essa forma de crédito encarecendo, os cuidados na hora de optar por esse tipo de financiamento devem ser redobrados.

Ainda que haja alguns problemas, como o atraso na entrega do imóvel ou a reprovação do financiamento imobiliário na financeira, essa opção é muitas vezes a única viável. Por isso, antes de qualquer assinatura de contrato, preste atenção aos detalhes, principalmente no que diz respeito ao que deverá ser quitado futuramente e à documentação necessária, a fim de evitar o distrato do financiamento.

Porém, ao abordar esse assunto sobre a documentação para o financiamento, ainda existe muita falta de informação por parte de pessoas que se interessam em comprar por meio desse benefício, o que causa uma certa sensação de intangibilidade, principalmente para as classes menos favorecidas e com pouco acesso à informação.

Basicamente,  não existe nenhum bicho de sete cabeças. Desde que o comprador procure uma orientação adequada de um profissional especializado, que, nesse caso, não é simplesmente quem vende, ou seja, quem faz a transação de corretagem, mas também quem conheça do assunto documentação para não haver nenhum respaldo de dúvida. Comprar um imóvel financiado exige alguns pré-requisitos ditos básicos para que não haja nenhuma dúvida na negociação.

Vendedores conclusão empreendedores

É importante salientar que ambas as partes envolvidas, comprador e vendedor, não possuam restrição nos serviços de proteção ao Crédito (SPC e SERASA). Com relação às documentações necessárias, basicamente são:

1 – Por parte do comprador:

RG; CPF; comprovante de residência; em caso de trabalho formal, os três últimos holerites e mais imposto de renda completo, não podendo ser apenas o espelho; caso seja casado(a) legalmente, o cônjuge entra obrigatoriamente na composição da renda, sendo necessário os mesmos documentos da esposa ou do marido. Em caso de trabalhadores com renda autônoma, profissionais liberais, empresários, que em sua maioria não possuem holerite, é necessário os seis últimos meses de movimentação bancária além do imposto de renda. Caso seja pessoa jurídica, acrescenta-se o contrato social e, em alguns casos, declaração de Pró-labore.

2 –Por parte do vendedor:

A parte do vendedor é um pouco mais complexa. Além de todos os documentos que citamos para o comprador, também é preciso avaliar a documentação do imóvel a ser vendido. Como se trata de um financiamento via alienação fiduciária, ou seja, quando o bem é a própria garantia, os agentes financiadores exigem que o imóvel esteja com toda a documentação em dia. Isso inclui:

 

RGI – Registro geral do imóvel. Este é um documento que atesta a existência do imóvel frente aos órgãos públicos competentes. Além disso, indica a metragem total do terreno em que se localiza o imóvel. Lembrando, porém, que, para financiamento é necessário ter no RGI não só a metragem do terreno como também da área construída.

Planta baixa – Desenho técnico das dimensões da área construída.

Por se tratar de alienação, como outrora fora citado, é importante dizer que todo imóvel financiado passa por uma análise técnica chamada engenharia. Um profissional especializado se certifica de que o imóvel está em perfeitas condições para a hipoteca. Em suma, para aqueles que desejam realizar o sonho da casa própria ou até mesmo dar continuidade como investimento, fica a orientação: procurar profissionais especializados que possam lhe dar informações e não somente lhe oferecer grandes “vantagens” na hora do fechamento do negócio. Afinal, para um investimento tão precioso e sério faz-se necessário que cada cláusula do contrato seja minuciosamente lida em detalhes, se possível com orientação jurídica. Fazendo assim, evitam-se muitos problemas posteriores.

Como anunciar seu imóvel

Anunciar casa

Com o alto dinamismo do mundo moderno, as pessoas têm cada vez menos tempo para si e para resolver suas pendências. Sendo assim, a internet se tornou uma ferramenta imprescindível para buscas, pesquisas e tudo mais em suas vidas. Não seria diferente, portanto, quando o assunto é imóvel.

Embora seja muito prazeroso pensar na compra da casa própria, ou mesmo pra quem já possui um imóvel, comprar outro ou quem sabe trocar, a correria do dia a dia não possibilita uma busca tão calma e tranquila da forma que se deseja. E é nessa hora que um anúncio bem publicado faz toda diferença.

Uma boa descrição do que se deseja vender, aliado aos pontos fortes do que se anuncia, podem acelerar a venda de qualquer coisa que se queira negociar. E, no caso de um imóvel, precisa ser uma janela virtual, uma forma de sonho prévio daquilo que se deseja adquirir.

Mas, como fazer para que se obtenha um anúncio de destaque? Podemos enumerar algumas dicas simples, mas que se tornam quase que mágicas quando o assunto é anúncio virtual.

5 DE 15_Colocação no mercado

1) Forneça o endereço completo do imóvel. Localização é tudo para um anúncio altamente vendável. As pessoas hoje procuram endereços dentro de um raio de no máximo 10 quilômetros de onde cresceram. Sem contar que, se já moram de aluguel e possuem uma vida naquela região, mudar de hábitos de forma brusca não é conveniente para quem busca comprar. Portanto, a localização completa é o primeiro ponto forte a ser considerado.

2) Destaque os pontos positivos do imóvel. Já que acabamos de falar sobre localização, uma outra dica importante é salientar sempre os pontos positivos externos, como acesso fácil a condução, supermercados, bancos, farmácias e também vantagens do imóvel, como por exemplo: varanda grande, vista livre, tipo de piso e outros.

3) Invista na apresentação. Não se pode vender imóvel sem fotos. As chances de se obter uma boa negociação são quase nulas. É importante tirar boas fotos para que, como já foi dito anteriormente, as imagens sejam a antessala do sonho do cliente. Relacionado a isso, há algumas dicas interessantes:

  • Organizar a casa e não deixar nada e nenhum objeto fora do lugar;
  • Procurar tirar fotos durante o dia, onde a iluminação reforça todos os ângulos da casa;
  • Tirar fotos de todos os cômodos da casa, também fachada e ambientes externos, caso haja.

4) Destacar se o imóvel apresenta áreas comuns, tipo piscina, quadra, salão de festas, são um grande reforço, principalmente para quem já tem filhos.

5) Descreva no anúncio todos os encargos que devem ser pagos pelo novo proprietário. Valor de IPTU, taxa de condomínio, taxas extras e outros. Omitir esses valores, às vezes, pode afugentar ou simplesmente desinteressar quem já não tem tanto tempo para procurar um imóvel.

O dinamismo desse tipo de cliente faz necessário um anúncio no mesmo ritmo. O cliente já pode procurar pelo imóvel visualizando tudo que irá pagar, planejando assim seu orçamento.

São medidas simples, porém, quando seguidas com precaução e um pouco de capricho, podem atenuar o tempo e valorizar a negociação de forma que haja excelência de ambas partes, vendedor e comprador.

Como investir num imóvel comercial

3 DE 15_IMÓVEIS comerciais comerciais investimento

Ao abordar o assunto imóvel comercial, considerando a possibilidade de investimento, diferente do residencial, abre-se um leque de possibilidades que, quando encaradas de forma correta, trazem grandes benefícios.

Porém, não há como negar que algumas dúvidas insistem em rondar a mente principalmente dos iniciantes no negócio. Entre as quais, podemos citar como sendo as mais clássicas: localização, valorização ao longo do tempo, comprar pronto ou na planta, entre outros.

Uma grande verdade é que imóveis comerciais são absolutamente rentáveis e, quando se há investimento da maneira correta, não traz arrependimento.

Visando responder essas questões e outras, há algumas considerações que devem ser levadas em conta:

O mercado atual passou a acreditar numa nova modalidade de comercial: o mix mall. Uma forma de aliar num mesmo espaço geográfico o residencial e o comercial. O cliente vê a possibilidade de comprar seu apartamento pra morar e junto comprar uma sala comercial no mesmo prédio. Grande oportunidade para profissionais liberais que, mercadologicamente falando, são investidores de nível básico moderado. Em se tratando de imóvel na planta, a facilidade e flexibilidade de pagamento são os grandes atrativos, considerando o tempo necessário para que fique pronto. Porém para este empreendimento é importante frisar que se deve:

1– Observar a construtora e seu histórico geral. Saber de onde vem, quanto tempo de mercado possui. A lei garante um máximo de seis meses de atraso de obra. Após esse prazo, o consumidor pode recorrer juridicamente, inclusive com ressarcimento ou isenção de possíveis correções de índice nacional (tipo INCC e IGPM). Mesmo assim, em muitos casos é algo que traz grande constrangimento.

3 DE 15_ imóveis à venda na planta

2– Para aqueles investidores mais agressivos, o imóvel na planta dentro do cenário atual também é algo muito bom. Porém, para esses, principalmente considerando que esse tipo de cliente não compra financiado, a dica é adquirir no dia do lançamento com preço inicial e bons percentuais de desconto. Mesmo que não se pense em continuar com mais de uma unidade adquirida. Próximo à entrega do imóvel, existe a chance de se vender já com valor corrigido e recuperar, dependendo, ou até quase dobrar o valor investido inicialmente.

Porém, não se pode esquecer que a compra de imóveis prontos, ou “avulsos” como são chamados, é uma ótima opção pelo fato de ser um produto de liquidez imediata. Sem contar que, geralmente, são mais baratos por se tratarem de produtos de segunda locação, ou seja, produto que já pertenceram a outra pessoa. E em se tratando de investimento, atendem também aos dois perfis de cliente investidor: tanto o moderado, que compra uma sala que lhe sirva de escritório, consultório, sala comercial; quanto o investidor, que irá usufruir do bem para aluguel e comprará mais de uma unidade para isso.

Portanto, ao observarmos as vantagens de cada modelo de investimento, fica a indagação: Qual o melhor segmento para investir?

Pode-se afirmar que os dois. A diferença entre um e outro está na necessidade que o investidor tem e a rapidez com que ele quer ter retorno em seu investimento. Se ele não tiver pressa, e sua decisão for apenas mais uma e não outros investimentos que tem, vale a pena comprar na planta. Por outro lado, se houver capital pra investir e desejar ter retorno mais rápido ainda, dependendo do que fizer seja um pouco menor, o avulso é sempre uma perfeita opção.

Está mais do que nítido que o investimento no setor se tornou uma excelente proposta de negócio. Mais até mesmo do que algumas mais tradicionais, como ações, bolsa de valores, câmbio e outros. Sem contar que o risco é muito menor. E todos esses itens englobados vêm fazendo com que o mercado se torne ao longo do tempo cada vez mais competitivo. E, para o investidor, isso lhe dá um leque muito maior de opções cuja diferença pesará apenas no pacote de vantagens em relação a este ou aquele produto.

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    Só existe uma sensação melhor do que estar em casa: é estar em uma casa nova! Nem sempre se pode comprar uma outra casa na vida, ou às vezes a atual possui um valor emocional muito grande. Então, se você não pode comprar uma casa nova, por que não renovar a que você já tem? Continuar lendo…

  • Onde procurar as melhores oportunidades ...

    por em 7 de setembro de 2015 - 6 Comentários

    O investimento em imóveis hoje em dia se tornou uma alternativa escolhida por muitas pessoas por ser um tipo de negócio geralmente seguro e rentável. Além disso, essa é uma opção sempre lembrada por investidores e economistas, confirmando a importância e a menor possibilidade de prejuízos. Mas, onde procurar os melhores negócios? Uma boa opção Continuar lendo…

  • Os 3 fatores que mais afetam o valor de ...

    por em 2 de setembro de 2015 - 5 Comentários

    O valor de um imóvel pode variar bastante durante o seu tempo de vida. Seja para mais ou para menos, existem diversos fatores que interferem no seu valor. Se você pensa em vender o seu imóvel ou até mesmo comprar um, é importante prestar atenção em alguns detalhes cruciais. Listamos a seguir 3 desses fatores Continuar lendo…

  • 5 dicas para avaliar a real qualidade de...

    por em 18 de agosto de 2015 - 3 Comentários

    Muitas vezes, seja por falta de senso crítico ou até mesmo por preguiça, quem pretende comprar ou alugar um imóvel não dedica tempo e energia necessários para a realização de uma avaliação rigorosa, julgam o livro pela capa, fecham negócio sem realizar uma visita sequer, baseando-se apenas na beleza da fachada, somente percebendo que caíram Continuar lendo…

  • Regras para manter seu imóvel regulariza...

    por em 11 de agosto de 2015 - 7 Comentários

    Para aqueles que compraram ou estão comprando imóveis devem saber que há uma série de regras que tornam regular a situação do mesmo. Se o investimento em imóveis é considerado um tipo de investimento seguro, em parte tem a ver com a segurança jurídica conferida pelas leis destinadas a protegerem a propriedade. O que se Continuar lendo…

  • Alugar ou vender? Vantagens e desvantage...

    por em 4 de agosto de 2015 - 7 Comentários

    Quando se tem um imóvel disponível, fica uma dúvida frequente: vender ou alugar? Quais vantagens e desvantagens para cada opção? Está na hora de pesar os prós e contras e ver qual delas é a melhor para você. Alugar um imóvel Vantagens A maior vantagem de se alugar um imóvel é a valorização do mesmo, Continuar lendo…